| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 1006.04 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
This dissertation explores how literature, companies and consultants perceive the challenges of sustainability transitions, focusing on the strategic enablers that help organizations manage risks, capture opportunities, and navigate systemic complexity. To achieve this, the study triangulates insights from three complementary sources: academic literature, expert interviews with consultants, and corporate annual and sustainability reports. The findings reveal that risks are perceived primarily in financial and operational terms, including regulatory non-compliance, misalignment with market demands, and the failure to anticipate emerging risks. Opportunities, in turn, are framed as pathways to resilience, future- proofing, employer attractiveness, and competitive advantage through sustainable products and operations. External pressures from regulation, financial markets, and shifting customer demand emerged as the dominant transition drivers shaping corporate action. Despite these opportunities, companies face significant challenges, such as the tension between profitability and sustainability, competing managerial priorities, politicisation, supply chain interdependencies, and scalability constraints. Strategic enablers identified across data sources include visioning, sustainability screening, stakeholder involvement, scenario planning, portfolio management, and partnerships. Together, these enablers help link long-term ambitions to operational realities, embed sustainability in business logic, and strengthen accountability. The thesis contributes academically by embedding corporate sustainability within the systemic and contested dynamics of transitions, countering the reductionist tendencies identified by Shiva (1993). By situating firms within broader regulatory, societal, and supply chain contexts, it highlights the need for business model reinvention and measurement tools, such as the Sustainability Balanced Scorecard, to translate sustainability into tangible value creation.
Esta dissertação investiga como a literatura, as empresas e os consultores percebem e respondem aos desafios das transições para a sustentabilidade, com foco nos facilitadores estratégicos que ajudam as organizações a gerir riscos, captar oportunidades e enfrentar a complexidade sistémica. O estudo baseia-se em três fontes de dados: literatura académica, entrevistas com consultores e relatórios anuais e de sustentabilidade de empresas. Os resultados mostram que os riscos são entendidos sobretudo em termos financeiros e operacionais, incluindo o não cumprimento da regulamentação, o desalinhamento com a procura do mercado e a incapacidade de antecipar riscos emergentes. As oportunidades são associadas à criação de novos mercados, à resiliência, à atratividade como empregador e à vantagem competitiva. Regulamentação, mercados financeiros e procura dos clientes surgem como os principais motores de transição. Apesar disso, as empresas enfrentam tensões entre rentabilidade e sustentabilidade, prioridades concorrentes, politização e interdependências das cadeias de valor. Como resposta, destacam- se facilitadores estratégicos como visionamento, avaliação de sustentabilidade, envolvimento das partes interessadas, planeamento de cenários, gestão de portfólio e parcerias. A dissertação contribui academicamente ao integrar a sustentabilidade corporativa nas dinâmicas sistémicas e contestadas das transições, reforçando a necessidade de repensar modelos de negócio e de adotar instrumentos de medição, como o Balanced Scorecard de Sustentabilidade, para traduzir a sustentabilidade em valor tangível.
Esta dissertação investiga como a literatura, as empresas e os consultores percebem e respondem aos desafios das transições para a sustentabilidade, com foco nos facilitadores estratégicos que ajudam as organizações a gerir riscos, captar oportunidades e enfrentar a complexidade sistémica. O estudo baseia-se em três fontes de dados: literatura académica, entrevistas com consultores e relatórios anuais e de sustentabilidade de empresas. Os resultados mostram que os riscos são entendidos sobretudo em termos financeiros e operacionais, incluindo o não cumprimento da regulamentação, o desalinhamento com a procura do mercado e a incapacidade de antecipar riscos emergentes. As oportunidades são associadas à criação de novos mercados, à resiliência, à atratividade como empregador e à vantagem competitiva. Regulamentação, mercados financeiros e procura dos clientes surgem como os principais motores de transição. Apesar disso, as empresas enfrentam tensões entre rentabilidade e sustentabilidade, prioridades concorrentes, politização e interdependências das cadeias de valor. Como resposta, destacam- se facilitadores estratégicos como visionamento, avaliação de sustentabilidade, envolvimento das partes interessadas, planeamento de cenários, gestão de portfólio e parcerias. A dissertação contribui academicamente ao integrar a sustentabilidade corporativa nas dinâmicas sistémicas e contestadas das transições, reforçando a necessidade de repensar modelos de negócio e de adotar instrumentos de medição, como o Balanced Scorecard de Sustentabilidade, para traduzir a sustentabilidade em valor tangível.
Descrição
Palavras-chave
Business model thinking Capacidades estratégicas Complexidade sistémica Corporate sustainability Gestão da transição para a sustentabilidade Pensamento de modelo de negócio Riscos e oportunidades da transição Strategic capabilities Sustainability transition management Sustentabilidade corporativa Systemic complexity Transition risks and opportunities
Contexto Educativo
Citação
Editora
Licença CC
Sem licença CC
