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Abstract(s)
In 1982, after the SEC approved rule 10b-18, the share repurchasing movement surfaced in United States. The movement was increasing steadily ever since the rule was enforced and seemed to please firm’ quest to find more efficient ways to pay their shareholders. However, this study identifies an abnormal increase in the past few years, in particular in 2018, when 60.8% of firms incurred in share buybacks. Despite a major crisis having occurred in the 21st century, the findings on this paper show that the culture of companies, which shifted in 1982 towards an increased shareholder orientation, was not shacked and, in fact, firms that survived continued to use a portion of their funds to repurchase their shares. Further, as the President Trump’s administration is focused on lowering the tax payments of companies, this study finds that the largest technology companies are the ones having the strongest reaction by bringing to the country the money once piled abroad and choosing to repurchase their shares. Moreover, this study aimed to discover which characteristics firms that repurchased shares possess. It was found and confirmed, through a regression model, that larger firms with consistently higher earnings, higher free cash flow performances and with lesser cash are more prone to incur in such activities. Lastly, it was revealed that the leverage hypothesis is still a motivation for firms to buy back their shares as it will help them reach optimal leverage levels.
A recompra de ações por parte das próprias empresas emergiu nos Estados Unidos, em 1982, após a aprovação da lei 10b-18 pela SEC. Desde a aplicação da lei, o movimento não deu sinais de quebra e pareceu agradar às empresas e à sua busca por formas mais eficientes de pagar aos seus acionistas. No entanto, este estudo identifica um aumento anormal, em particular em 2018, com 60.8% das empresas a recompraram ações. Apesar da crise financeira de 2008, as descobertas deste estudo revelam que a cultura das empresas, que mudou em 1982 estando mais orientada para o lucro dos acionistas, não estagnou e, de facto, as empresas que sobreviveram continuaram a usar parte dos seus fundos para recomprar ações. Este estudo constata ainda que as maiores empresas de tecnologia são as que mais têm reagido à redução dos impostos sobre empresas por parte da administração do Presidente Trump, ao trazer para o seu país o dinheiro acumulado no exterior para recomprar as suas ações. Acrescentando ao já mencionado, este estudo teve como objetivo descobrir quais as características que as empresas que recompraram as ações possuem. Através de um modelo, foi descoberto que as grandes empresas com maiores lucros, maior cash flow e que possuem menos dinheiro em caixa são as mais propensas a fazer recompra de ações. Por fim, foi revelado que a hipótese de alavancagem ainda é uma motivação para as empresas recomprarem as suas ações, uma vez que as ajudará a alcançar os níveis de alavancagem ótimos.
A recompra de ações por parte das próprias empresas emergiu nos Estados Unidos, em 1982, após a aprovação da lei 10b-18 pela SEC. Desde a aplicação da lei, o movimento não deu sinais de quebra e pareceu agradar às empresas e à sua busca por formas mais eficientes de pagar aos seus acionistas. No entanto, este estudo identifica um aumento anormal, em particular em 2018, com 60.8% das empresas a recompraram ações. Apesar da crise financeira de 2008, as descobertas deste estudo revelam que a cultura das empresas, que mudou em 1982 estando mais orientada para o lucro dos acionistas, não estagnou e, de facto, as empresas que sobreviveram continuaram a usar parte dos seus fundos para recomprar ações. Este estudo constata ainda que as maiores empresas de tecnologia são as que mais têm reagido à redução dos impostos sobre empresas por parte da administração do Presidente Trump, ao trazer para o seu país o dinheiro acumulado no exterior para recomprar as suas ações. Acrescentando ao já mencionado, este estudo teve como objetivo descobrir quais as características que as empresas que recompraram as ações possuem. Através de um modelo, foi descoberto que as grandes empresas com maiores lucros, maior cash flow e que possuem menos dinheiro em caixa são as mais propensas a fazer recompra de ações. Por fim, foi revelado que a hipótese de alavancagem ainda é uma motivação para as empresas recomprarem as suas ações, uma vez que as ajudará a alcançar os níveis de alavancagem ótimos.
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Keywords
Share repurchase Stock buyback Shareholder flexibility Capital allocation Recompra de ações Flexibilidade para acionistas Alocação de capital
