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O hibridismo cromático no cinema: entre a delimitação de espaços narrativos e temporais e a criação de novos mundos

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Resumo(s)

A utilização simultânea do preto e branco e da cor numa mesma obra cinematográfica, apresenta-se como recurso fílmico relativamente frequente ao longo da História do Cinema. Exceto se confrontados com um mero exercício de criativa pontuação estética, é possível afirmar que, aquilo que poderemos definir como hibridismo cromático num filme, assenta, fundamentalmente, na procura de uma mais clara demarcação de distintos espaços narrativos e temporais e na procura da criação de novos mundos distantes do “real” ou dele muito próximos. Uma catalogação diferenciadora de estados díspares assente também numa muito clara dualidade de oposições entre a fantasia e a realidade, a factualidade e o sonho, o passado e o presente, a melancolia e a euforia, o pessimismo e o otimismo. Um hibridismo cromático diferenciador de mundos, ambientes e consciências narrativas díspares, muito testado em filmografias de realizadores tão distintos como Sergei Eisenstein, Andrei Tarkovsky, Victor Fleming, Francis Ford Coppola, Win Wenders ou Christopher Nolan entre inúmeros outros.

Descrição

Palavras-chave

Hibridismo cromático Cor Preto e branco

Contexto Educativo

Citação

Neves, J. (2019). O hibridismo cromático no cinema: entre a delimitação de Espaços narrativos e temporais e a criação de novos mundos. In Ribas, D., Penafria, M., Branco, S.D. (eds.) (2019), Atas do VIII Encontro Anual da AIM, Aveiro, Portugal, 6, 17, 18 e 19 de maio 2018. (pp. 283-291). Lisboa: AIM

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