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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Due to the difficult and extremely competitive environment our economy is facing,
solutions for companies to be able to bread are each time more scarce, and a lot of them
seems to be unable to succeed on their own. Strategic alliances are becoming more
attractive and representing the best cost-benefit strategy. Nevertheless, the right partner
is not easy to find and the best solution seems to be the craziest one, which is to partner
with your own competitor.
This study provides and extent analysis to the essence of the collaboration relations and
more specifically to the coopetition. Due to the complexity of the topic the format of
case study was chosen, in order to understand the applicability and the behavior of
partners in this type of relations. The case study is divided in three parts each one with a
different perspective of the alliance with the competitors. From the case study, some
adding to the literature review is made and some frameworks are proposed.
The objective of the study is to analyse if it is possible to collaborate and compete
simultaneously, with your own competitors and if yes, under which conditions is that
sustainable and beneficial.
It is concluded that a set of characteristics and triggers are required for the relation to
succeed and believed that if those conditions are there and the factors on the pyramid
triggers of collaboration, any group of companies in any market in Portugal can increase
their chances of success as a coopetitive alliance.
Devido às dificuldades e competitividade da nossa economia, as soluções, para as empresas poderem respirar são cada vez mais escassas e muitas delas revelam-se incapazes de terem sucesso sozinhas. As alianças estratégicas estão a ser cada vez mais atractivas como solução, visto representarem a melhor estratégia em termos de custo-benefício. No entanto, o parceiro certo não é fácil de encontrar e neste caso a melhor solução parece ser a mais louca de todas, que consiste em formar aliança com os próprios competidores. Este estudo demonstra uma análise extensa ao tema da colaboração e mais especificamente da coopetition. Devido à complexidade do tópico, o formato de casos foi o escolhido, de forma a ser perceptível a aplicabilidade do tópico e o comportamento dos parceiros neste tipo de relação. O caso está dividido em três partes, cada uma com uma diferente perspectiva da aliança e dos competidores. Ao analisar o caso e a literatura relativa ao tópico, foram propostas ferramentas de análise a este tipo de relação. O objetivo do estudo é analisar se é possível competir e colaborar ao, mesmo tempo, com os competidores diretos e se sim, em que condições pode esta relação ser sustentável e proveitosa. A conclusão é de que um conjunto de caraterísticas e condições, são necessários para que esta relação funcione. Se essas condições estiverem presentes qualquer grupo de empresas, em qualquer Mercado em Portugal, pode aumentar a sua probabilidade de sucesso numa aliança com a concorrência.
Devido às dificuldades e competitividade da nossa economia, as soluções, para as empresas poderem respirar são cada vez mais escassas e muitas delas revelam-se incapazes de terem sucesso sozinhas. As alianças estratégicas estão a ser cada vez mais atractivas como solução, visto representarem a melhor estratégia em termos de custo-benefício. No entanto, o parceiro certo não é fácil de encontrar e neste caso a melhor solução parece ser a mais louca de todas, que consiste em formar aliança com os próprios competidores. Este estudo demonstra uma análise extensa ao tema da colaboração e mais especificamente da coopetition. Devido à complexidade do tópico, o formato de casos foi o escolhido, de forma a ser perceptível a aplicabilidade do tópico e o comportamento dos parceiros neste tipo de relação. O caso está dividido em três partes, cada uma com uma diferente perspectiva da aliança e dos competidores. Ao analisar o caso e a literatura relativa ao tópico, foram propostas ferramentas de análise a este tipo de relação. O objetivo do estudo é analisar se é possível competir e colaborar ao, mesmo tempo, com os competidores diretos e se sim, em que condições pode esta relação ser sustentável e proveitosa. A conclusão é de que um conjunto de caraterísticas e condições, são necessários para que esta relação funcione. Se essas condições estiverem presentes qualquer grupo de empresas, em qualquer Mercado em Portugal, pode aumentar a sua probabilidade de sucesso numa aliança com a concorrência.
