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- Intra- and inter-regional complexity in multi-channel awake EEG through multivariate multiscale dispersion entropy for assessing sleep quality and agingPublication . Zandbagleh, Ahmad; Sanei, Saeid; Penalba-Sánchez, Lucía; Rodrigues, Pedro Miguel; Crook-Rumsey, Mark; Azami, HamedAging and poor sleep quality are associated with altered brain dynamics, yet current electroencephalography (EEG) analyses often overlook regional complexity. This study addresses this gap by introducing a novel integration of intra- and inter-regional complexity analysis using multivariate multiscale dispersion entropy (mvMDE) from awake resting-state EEG for the first time. Moreover, assessing both intra- and inter-regional complexity provides a comprehensive perspective on the dynamic interplay between localized neural activity and its coordination across brain regions, which is essential for understanding the neural substrates of aging and sleep quality. Data from 58 participants—24 young adults (mean age = 24.7 ± 3.4) and 34 older adults (mean age = 72.9 ± 4.2)—were analyzed, with each age group further divided based on Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI) scores. To capture inter-regional complexity, mvMDE was applied to the most informative group of sensors, with one sensor selected from each brain region using four methods: highest average correlation, highest entropy, highest mutual information, and highest principal component loading. This targeted approach reduced computational cost and enhanced the effect sizes (ESs), particularly at large scale factors (e.g., 25) linked to delta-band activity, with the PCA-based method achieving the highest ESs (1.043 for sleep quality in older adults). Overall, we expect that both inter- and intra-regional complexity will play a pivotal role in elucidating neural mechanisms as captured by various physiological data modalities—such as EEG, magnetoencephalography, and magnetic resonance imaging—thereby offering promising insights for a range of biomedical applications.
- Pressure injury prediction in intensive care units using artificial intelligence: a scoping reviewPublication . Alves, José; Azevedo, Rita; Marques, Ana; Encarnação, Rúben; Alves, PauloBackground/Objetives: Pressure injuries pose a significant challenge in healthcare, adversely impacting individuals’ quality of life and healthcare systems, particularly in intensive care units. The effective identification of at-risk individuals is crucial, but traditional scales have limitations, prompting the development of new tools. Artificial intelligence offers a promising approach to identifying and preventing pressure injuries in critical care settings. This review aimed to assess the extent of the literature regarding the use of artificial intelligence technologies in the prediction of pressure injuries in critically ill patients in intensive care units to identify gaps in current knowledge and direct future research. Methods: The review followed the Joanna Briggs Institute’s methodology for scoping reviews, and the study protocol was prospectively registered on the Open Science Framework platform. Results: This review included 14 studies, primarily highlighting the use of machine learning models trained on electronic health records data for predicting pressure injuries. Between 6 and 86 variables were used to train these models. Only two studies reported the clinical deployment of these models, reporting results such as reduced nursing workload, decreased prevalence of hospital-acquired pressure injuries, and decreased intensive care unit length of stay. Conclusions: Artificial intelligence technologies present themselves as a dynamic and innovative approach, with the ability to identify risk factors and predict pressure injuries effectively and promptly. This review synthesizes information about the use of these technologies and guides future directions and motivations.
- Noite Europeia dos Investigadores em Armamar: uma história contada a várias vozesPublication . Branquinho, Raquel; Duarte, Joaquim; Sarabando, Cândida; Damião, Cláudia; Duarte, Inês; Friães, Sofia; Lúcio, Marlene; Santos Carvalho, Ana; Carocho, Márcio; Marques, Richard; Ribeiro, Daniela; Barbosa, Joana Cristina; Fernandes, Mariana; Barbosa, Joana; Carrulo, Sara; Ambrósio, Susana; Sá-Pinto, XanaA primeira edição da Noite Europeia dos Investigadores em Ambientes Rurais – Armamar (NEI-Armamar 2023) marcou um passo importante na promoção da cultura científica neste território rural. Este evento integrou o consórcio internacional SCIEVER – “Ciência para todos: sustentabilidade e inclusão” e demonstrou como a ciência pode ser uma ferramenta poderosa para democratizar o conhecimento, fortalecer o desenvolvimento local e inspirar projetos de cocriação. Com a participação de mais de 200 membros da comunidade, 69 voluntários (incluindo alunos do Agrupamento de Escolas Gomes Teixeira), e 29 cientistas de 9 áreas disciplinares e de 14 instituições, a NEI-Armamar perseguiu três objetivos principais: i. descentralizar a ciência, ii. aproximar investigadores da comunidade local, iii. fomentar a literacia científica. Como legado e prova de impacto do evento foi publicado um livro colaborativo que amplifica 62 vozes de todos os envolvidos — investigadores, educadores, estudantes, autoridades locais, organização e comunidade de Armamar. Disponível em acesso aberto (doi.org/10.48528/vh3d-zx88), o livro documenta esta experiência coletiva, e fomenta um sentimento de pertença e orgulho na comunidade. Além disso, este livro pretende contribuir para promover o conhecimento e aproximar os leitores, que não tiveram a oportunidade de participar no evento, da ciência. Este recurso inspira ainda a replicação de eventos semelhantes em outros contextos rurais e/ou com acesso limitado ao conhecimento científico. O impacto positivo da NEI-Armamar impulsionou ainda a criação da Associação ARMA-Sci, uma rede dedicada a fortalecer o capital científico local e assegurar a continuidade de iniciativas que promovam a ciência como motor de desenvolvimento comunitário. Este trabalho convida comunicadores de ciência a refletir sobre o poder das narrativas colaborativas na descentralização da ciência, no fortalecimento das comunidades rurais e na promoção de maior resiliência e coesão social.
- Celebrando o mundo invisível: um macro evento sobre microorganismosPublication . Barbosa, Joana Bastos; Barbosa, Joana CristinaO Dia Internacional do Microrganismo (IMD) nasceu em 2017 como uma iniciativa inovadora para destacar o papel essencial dos microrganismos nas nossas vidas. Criado pela Sociedade Portuguesa de Microbiologia, o evento rapidamente ultrapassou fronteiras, conquistando cidades em Portugal e no mundo. Na Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa (ESB-UCP), no Porto, o IMD foi celebrado pela primeira vez em 2022, graças ao entusiasmo e dedicação de jovens investigadores do Centro de Biotecnologia e Química Fina (CBQF). Este evento ao ar livre, em formato de feira de ciência, cativa alunos do ensino básico e secundário (10-18 anos) com atividades práticas e interativas, explorando áreas como saúde, ambiente, alimentação e cosmética. Desde a sua estreia, o IMD na ESB-UCP tem sido um sucesso crescente: de 600 participantes em 2022 para 800 em 2023 e 1200 em 2024. Este último, agendado para o dia 17 de setembro de 2024, teve de ser adiado devido aos incêndios que afetaram o Norte de Portugal. Reagendado com apenas duas semanas de intervalo, o evento de 2024 recebeu ainda 800 alunos, consolidando o seu impacto. O crescimento reflete-se também no aumento de atividades científicas e do envolvimento da comunidade académica, passando de 22 atividades em 2022 para 26 em 2023 e 35 em 2024. Outros parâmetros que merecem também uma análise mais detalhada incluem a distribuição geográfica das escolas visitantes bem como a evolução da distribuição das atividades pelas diferentes áreas. As avaliações são consistentemente positivas, com uma pontuação média superior a 4 em 5, e os comentários dos participantes reforçam o potencial do IMD para inspirar gerações futuras. Mais do que um evento, o IMD na ESB-UCP prova que a ciência é divertida, inclusiva e capaz de transformar curiosidade em conhecimento.
