Percorrer por data de Publicação, começado por "2020-03-04"
A mostrar 1 - 3 de 3
Resultados por página
Opções de ordenação
- Nomofobia e estilo de vida : um estudo com jovens portuguesesPublication . Gonçalves, Rosa Soraia Pinheiro; Dias, Paulo César AzevedoDesde o século XX o uso dos smartphones têm aumentado muito rapidamente entre a população principalmente na faixa etária dos adolescentes e dos jovens. Atualmente as pessoas estão constantemente agarradas ao smartphone nas várias dimensões e/ou situações da sua vida, onde essa rotina pode trazer várias consequências, tais como: físicas, psicológicas, comportamentais, sociais e afetivas. Através dessa popularização nasceu uma nova dependência - a nomofobia - onde esta descreve o pânico da pessoa estar sem o smartphone, onde pesquisas recentes mostram uma relação com a solidão e a psicopatologia. Neste contexto e com o avanço das tecnologias, torna-se importante analisar a propensão dos jovens face à nomofobia. No sentido de compreender esta relação optamos por uma amostra de conveniência (500) com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos de idade, maioritariamente mulheres. Para cumprir com esse objetivo, foram aplicados os seguintes instrumentos: um Questionário Sociodemográfico, a Nomophobia Questionnaire (NMP-Q), o Inventário de Sintomas Psicopatológicos (BSI) e o Estilo de Vida Fantástico (EVF). De acordo com os resultados, encontramos correlação entre a escolaridade dos participantes com a nomofobia, sendo que quem tiver maior escolaridade está mais predisposto à nomofobia. Encontrou-se ainda uma relação entre a sintomatologia e a nomofobia. Ainda neste âmbito não se encontrou uma relação com a idade, o género e o estilo de vida dos jovens na nomofobia. Os resultados salientam o papel da sintomatologia, e dão pistas para futuras investigações neste âmbito
- Ansiedade e evitamento em situações sociais e de desempenho : o papel da personalidadePublication . Oliveira, Liliana Rafaela Carvalho; Maia, Berta Maria Marinho RodriguesA fobia social caracteriza-se por medo ou ansiedade em situações sociais, onde o indivíduo está exposto ao escrutínio, e manifesta-se em situações sociais ou de desempenho. Esta possui uma etiologia multifatorial integrando fatores temperamentais, ambientais e genéticos. A personalidade relaciona-se com as perturbações psicológicas, pois esta possui um papel no desenvolvimento das mesmas. O objetivo deste estudo é compreender o papel dos traços da personalidade na ansiedade e evitamento em situações sociais e de desempenho. A amostra é constituída por 215 estudantes universitários portugueses, com idade média de 20 anos, que preencheram um Questionário Sociodemográfico, a Escala de Ansiedade e Evitamento em Situações de Desempenho e Interação Social (EAESDIS) e o Inventário da Personalidade NEO-FFI-20. Os resultados demonstram pontuações elevadas no sexo feminino na subescala de Distress/ Ansiedade e de Evitamento. Em relação às dimensões do NEO-FFI-20, o sexo masculino apresentou pontuações mais elevadas de neuroticismo e amabilidade e o sexo feminino de conscienciosidade, abertura à experiência e extroversão. A Extroversão e a conscienciosidade apresentam uma correlação negativa com as subescalas Distress/ Ansiedade e de Evitamento. O neuroticismo apresentou correlação positiva com as subescalas Distress/Ansiedade e de Evitamento. Com a realização deste estudo evidenciou-se o papel dos traços da personalidade nas perturbações psicológicas, mais especificamente na sua relação com a fobia social. Assim, a pertinência da temática relaciona-se com o fornecimento de informações relativas ao funcionamento dos traços na fobia social.
- Práticas supervisivas : as perceções dos docentes sobre a sua importânciaPublication . Ribeiro, Luísa Maria Pereira Pinto; Melo, Rodrigo Eiró de Queiroz eAs sociedades modernas evoluem a um ritmo que exige respostas rápidas dos seus cidadãos e que serão tão mais eficazes quanto mais estes estiverem dotados de competências no âmbito da análise crítica, reflexão e capacidade de gestão do seu papel social. Reconhecendo à escola papel primordial impõe-se que esta exerça com sabedoria e competência o seu papel social de agente educativo. O nosso problema de partida insere-se no domínio da supervisão pedagógica. O objetivo central é a análise das práticas supervisivas existentes nas nossas escolas e a perceção dos docentes sobre a importância dessas práticas. Este estudo encontra-se dividido em duas partes. A primeira inclui uma revisão teórica com base em autores de referência e que engloba as áreas da supervisão, avaliação e trabalho colaborativo. A segunda parte apresenta um estudo empírico onde se pretende conhecer as práticas supervisivas desenvolvidas nas escolas e qual a perceção dos docentes sobre essas práticas. Pretende-se ainda compreender quais as componentes supervisivas mais utilizadas pelos docentes e a sua perceção sobre a observação de aulas, enquanto prática no âmbito da supervisão. A recolha de dados utilizada neste estudo desenvolveu-se a partir da resposta a inquéritos por questionário divulgados a docentes de duas escolas de ensino artístico especializado e um grupo de outros docentes fora do âmbito destas duas escolas. Por último, apresentamos, analisamos e refletimos sobre os dados obtidos. O estudo empírico deu-nos a conhecer quais as práticas supervisivas mais utilizadas e as menos conseguidas. Apesar de assumirmos algumas dificuldades é-nos lícito concluir que o caminho já foi iniciado e que urge dinamizar ferramentas e metodologias que acelerem o processo e o tornem mais abrangente.
