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- O autoconceito e a decisão vocacional dos alunos do 9.º ano de escolaridadePublication . Azevedo, Márcia Regina Pinto Silva; Azevedo, Ângela Maria Pereira e SáOs objetivos do presente estudo são os seguintes: explorar a relação entre o autoconceito e a decisão vocacional dos alunos do 9.º ano de escolaridade, bem como a mudança do autoconceito e da decisão vocacional em função das variáveis que se seguem: sexo, nível socioprofissional e sociocultural dos pais, participação em sessões de orientação vocacional e existência, ou não, de irmãos mais velhos. Com vista à recolha de elementos para concretizar a investigação, foram avaliados 357 sujeitos do 9.º ano de escolaridade. Recorrendo-se à administração assistida do Questionário Sociodemográfico elaborado para o efeito, do “Self Description Questionnaire II" (Marsh, 1988 adaptado por Fontaine, 1991b), para avaliar o autoconceito e a “Career Decision Scale" (Osipow et al., 1979 adaptado por Taveira, 1997), para avaliar a decisão vocacional. Verificou-se que quanto maior é o autoconceito apresentado pelos alunos, mais decididos se encontram os mesmos no que respeita ao percurso a seguir no 10.º ano. Observaram-se diferenças no autoconceito tendo em conta o sexo, o nível socioprofissional e sociocultural dos pais e a participação em sessões de orientação vocacional, no entanto, não foram encontradas diferenças em função da existência de irmãos mais velhos. No que diz respeito, à decisão vocacional contrariando, mais uma vez, a literatura que consultámos sobre o assunto não se verificaram diferenças no nível socioprofissional e na participação em sessões de orientação vocacional. Por outro lado, no que respeita ao sexo e à existência de irmãos mais velhos, os resultados foram de encontro à literatura. Face aos resultados obtidos com o nosso estudo podemos afirmar, tendo em conta a relação existente entre o autoconceito e a decisão vocacional, que se deve continuar a promover o autoconceito e a tomada de decisão vocacional consciente, no âmbito das sessões de orientação vocacional, dos alunos do 9.º ano.
- Para uma capelania hospitalar de comunhão e presençaPublication . Henriques, Francisco Maria dos Santos; Trigo, Jerónimo dos Santos; Sampaio, Fernando Almeida Leite
- A avaliação no Agrupamento de Escolas Coura e MinhoPublication . Rodrigues, Maria da Conceição Marques; Machado, JoaquimNos últimos anos, a problemática da qualidade da Educação em geral e das escolas em particular está no centro das atenções. A avaliação de escola, sobretudo na modalidade de autoavaliação, tem sido objeto de profunda reflexão, evidenciando a preocupação inerente à crescente autonomia da Escola. No biénio 2010-2012, participámos num projeto de autoavaliação de escola em contexto de formação-ação, facto que realçamos como profissionalmente significativo. Assim, neste Relatório, descrevemos o processo de desenvolvimento de um dispositivo de autoavaliação numa escola pública com educação pré-escolar e os ensinos básico e secundário. Os resultados do estudo comprovam que um dispositivo de autoavaliação de escola tem potencialidades para se constituir como um meio de aprendizagem organizativa, capaz de habilitar uma comunidade educativa (pessoal docente e não docente, alunos, pais e encarregados de educação, entre outros) a construir ações coletivas de melhoria e de mobilizar o conhecimento interno da escola necessário para responder, de modo adequado e criativo, às exigências intrínsecas quer da crescente autonomia da escola, quer de uma sociedade em constante mudança.
