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- A importância da dimensão lúdica no desempenho cognitivo em idosos institucionalizadosPublication . Sousa, Isabel Virgínia Miranda Vinagre de; Palha, António PachecoCom o aumento da população idosa em Portugal, e no mundo, a temática do envelhecimento recebe um lugar de destaque e de preocupação por parte da sociedade. A população idosa é muito heterogénea (em termos de características físicas, psicológicas e cognitivas), tornando-se assim, essencial o seu estudo para que se possam desmistificar os estereótipos existentes e planear de forma adequada todo um conjunto de actividades que os faça sentir úteis e os ajudem a viver de forma mais digna esta etapa das suas vidas. O Trabalho de investigação apresentado tem como tema “ A importância da dimensão lúdica no desempenho cognitivo em idosos institucionalizados”, e como tal pretende estudar de que forma a participação dos idosos nas actividades lúdicas contribuí para a ocorrência de alterações cognitivas. Nesse sentido foi avaliado o estado cognitivo de 10 idosos institucionalizados através no MMSE e do MOCA, antes e após, 18 semanas, fazendo 36 sessões de actividades (jogos) lúdicas. Os resultados foram analisados e comparados, e mostraram melhorias significativas no desempenho cognitivo dos idosos participantes, levando a observar que os idosos institucionalizados necessitam de actividades não só para se sentirem mais uteis como para melhorar o seu desempenho cognitivo. Considerando que o avançar da idade está associado com a diminuição do desempenho numa variedade de medidas de entre elas as medidas cognitivas, e que esta diminuição no desempenho pode interferir significativamente na qualidade de vida dos idosos, os resultados obtidos evidenciam-se relevantes para que se proporcione um envelhecimento com mais qualidade aos nossos idosos.
- Coping resiliente e declínio cognitivo em idosos institucionalizadosPublication . Senra, Diana Sofia Coelho; Ramos, Rui Alexandre DevesaA resiliência no idoso é um tema recente na investigação, apesar de ser de grande relevância. Consiste, de facto numa área inovadora que irá promover diversos estudos futuros, bem como a exploração de recursos para melhorar a qualidade de vida dos idosos (Fortes, et al., 2008). Desta forma, considera-se pertinente estudar o facto de alguns idosos envelhecerem de forma saudável e resiliente e por outro lado, a existência de uma prevalência elevada de declínio cognitivo nesta população. Assim, o estudo em questão pretende determinar se, de facto, o coping resiliente pode ser considerado um factor protector do declínio cognitivo e qual a sua relação com outros factores presentes numa população de idosos institucionalizado.
