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- As TIC na reorganização da Escola e do CurrículoPublication . Ribeiro, Olga Matos; Pereira, Paulo AlmeidaNeste trabalho é realizada uma abordagem às Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na educação, desenvolvendo-se em torno de um estudo quantitativo que tem como horizonte temporal o ano lectivo de 2003/2004, realizado nas 21 escolas com 2.0 e 3.° Ciclos do Ensino Básico, ligadas ao Centro da Área Educativa de Viseu. Este estudo foi efectuado antes da implementação curricular da disciplina de TIC nos 9.0 e 10.º anos. Antes da apresentação do estudo empírico, faz-se uma pequena resenha da situação actual da relação entre as TIC e a educação, que se considera importante promover para um eficaz aproveitamento destas tecnologias pelos professores e pelas escolas. O estudo traduz-se num tratamento estatístico de dados, recolhidos por inquéritos aplicados a professores Directores de Turma e membros dos órgãos de direcção, que possibilita uma visão global do estado das escolas, relativamente ao apetrechamento tecnológico, à sensibilidade e às concepções dos professores face à utilização das TIC, ao seu grau de satisfação e frequência de utilização, nomeadamente em relação às práticas pedagógicas e de integração destas tecnologias ao nível dos Projectos Curriculares de Turma. A par da apresentação dos resultados, registam-se também as conclusões principais, reportando-se também, no final, algumas conclusões de carácter mais geral.
- GAMVIS: a análise de clusters na identificação de semelhanças e diferenças entre concelhosPublication . Pereira, Paulo AlmeidaA Grande Área Metropolitana de Viseu (GAMVIS) foi uma realidade, criada no final de 2004, integrando 21 concelhos de dois distritos e de três NUTS lll. Após uma introdução ao método de análise de clusters, procede-se ao estudo da forma como se posicionam os vários concelhos da GAMVIS, no que diz respeito a cerca de duzentos indicadores estatísticos, disponíveis no JNE, repartidos pelas mais diversas áreas: território e ambiente, população e condições sociais, economia e finanças, comércio externo, silvicultura, construção e energia e, finalmente, transportes. A caracterização assim efectuada permite identificar as diferenças e as semelhanças entre os concelhos que constituem a GAMVIS, de forma a que possam servir de base aos diversos actores responsáveis pela definição de linhas de orientação estratégica desta região do interior do país, que apresenta indicadores desfavoráveis, quando comparados com outras zonas de Portugal. Uma análise global, em que se conjugam análise de clusters e a análise factorial, permite agrupar os concelhos da GAMVIS em sete clusters que, curiosamente, além das semelhanças, em termos de indicadores, apresentam também afinidades geográficas.
- A estrutura de custos das actividades económicas portuguesas e o custeio baseado nas actividadesPublication . Gomes, Conceição; Rodrigues, Lúcia LimaNos últimos anos, temos verificado uma alteração na estrutura de custos das empresas. Os gastos gerais de fabrico aumentam em detrimento da mão-de-obra directa. Contudo, a componente com maior peso é a dos materiais directos. O CBA (custeio baseado nas actividades) é um método de custeio que se baseia nas actividades para efectua; a distribuição dos custos indirectos pelos produtos. É um método que está dependente da estrutura de custos, ou seja, segundo a Regra de "Willie Sutton" e o estudo de Vokurka e Lummus (2001), uma empresa com altos gastos gerais é propensa à aplicação do CBA. Ao analisarmos a estrutura de custos das diversas actividades económicas portuguesas, verificámos que existem actividades aptas à implementação do CBA no sector dos serviços bem como na indústria e no comércio. Contudo, apesar desta potencialidade, muitas empresas não optam pelo CBA. Deste modo, concluímos que a estrutura de custos não é um factor premente à implementação do CBA, existindo outros factores a ter em consideração.
- Resultados por acção: uma reflexão sobre o numeradorPublication . Amaral, Catarina XavierNeste artigo dedicamos a nossa atenção à temática dos resultados por acção, a qual tem merecido atenção especial por parte de diversas entidades normalizadoras, dada a sua apetência para aferir o progresso e o desempenho de uma entidade. A lnternational Accounting Standard (IAS) n.º 33, Earnings per Share e o Statement of Financial Accounting Standards (SFAS) n.º 128, com a mesma designação, são o resultado de 3 anos de esforços e de cooperação entre o International Accounting Standards Committee (IASC) e o Financial Accounting Standards Board (FASB), com o objectivo de clarificar o cálculo do resultado por acção, enunciando princípios para a sua determinação e apresentação que permitam melhorar as comparações à escala global. Depois de devidamente clarificados os objectivos, alcance e âmbito de aplicação dos resultados por acção, a nossa análise centra-se na determinação deste indicador, com especial destaque para os resultados (numerador), os quais são abordados à luz dos conceitos constantes da Directriz Contabilística (DC) n.º 20 - Demonstração dos Resultados por Funções. Deixaremos o estudo do denominador da fórmula de cálculo do resultado por acção para posterior desenvolvimento.
- Desafios à universidade neste terceiro milénioPublication . Ribeiro, CéliaEste artigo apresenta algumas das alterações e consequentes desafios que se colocam actualmente ao ensino superior universitário, com destaque para os decorrentes do Processo de Bolonha e da sociedade da informação e da conhecimento, assinalam-se as implicações para o processo de ensino e aprendizagem, especificamente na modificação do papel do discente e na importância da formação pedagógica do docente.
- Homenagem ao prof. António Ribeiro GomesPublication . Amaro, António Rafael
- Uma palavra de agradecimentoPublication . Cruz, Manuel Braga da
- A survey of institutional investors’ attitudes and perceptions of residential property: the Swiss, Dutch and Swedish casesPublication . Carvalho, Joaquim Montezuma deThis paper provides evidence about institutional investors' attitudes and perceptions of residential property as an investment asset group in three European countries (Switzerland, the Netherlands and Sweden). These countries stand out, with an extraordinarily large institutional residential ownership, in fact, residential institutional allocation represents about 6%, 2% and 3% of the total institutional investment in the Switzerland, Netherlands and Sweden respectively. Housing is the most important institutional property asset type in Switzerland and the Netherlands, comprising over 52% and 50% of their institutional property portfolios respectively. ln Sweden residential property plays an important, but not dominant role in the domestic institutional property portfolios, representing about 21 % of the institutional property holdings. Using a postal survey of representatives of pension funds, insurance companies, property investment and asset management companies the study analyses the attractiveness of residential property in terms of institutional investment goals. The survey examines the institutional investors' perceptions of housing investment, namely with respect to its returns, volatility, inflation hedging, liabilities matching and correlation with shares, bonds and non-residenfial property. Additionally, the survey looks at the institutional investors' experiences regarding the private rented sector.
