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- O emprego agrário e o investimento subsidiado: evidência inicial de seis concelhos durienses no período de 1986-1997Publication . Ganó, Ibraima Guei; Gerry, Chris; Caldas, José VazAo longo das últimas décadas tem-se assistido a uma progressiva diminuição da população do Douro, explicada quer por movimentos migratórios quer, mais recentemente, por crescimentos naturais negativos. Esta evolução demográfica tem vindo a afectar negativamente o sector agrário desta região, a sua actividade económica dominante e, consequentemente, o seu desenvolvimento socioeconómico. Após a adesão de Portugal à CEE, e no âmbito da PAC, foram concedidos ao sector agrário subsídios a investimentos para a reconversão produtiva e tecnológica, bem como incentivos à fixação de jovens, nomeadamente com o objectivo de modernizar e melhorar a competitividade do sector agrário e viabilizar o desenvolvimento das zonas rurais. Uma das políticas consideradas a priori capaz de contribuir para a estabilização do emprego existente e para a criação de postos de trabalho foi a subsidiação de actividades produtivas agro-rurais. Assim, este trabalho tem como objectivo mostrar alguns dos principais efeitos-emprego do investimento agrícola subsidiado na região do Douro, no âmbito dos Regulamentos comunitários nº 797/85 e 2328/91, e apurar os custos por posto de trabalho a criar. Para esse efeito foram analisados 359 planos de melhoria aprovados pelo Instituto de Financiamento e Apoio ao Desenvolvimento da Agricultura e das Pescas (IFADAP) no período de 1986-1997. A análise dos resultados obtidos permite-nos concluir que: os pequenos projectos são, de um modo geral, os que propiciam a criação de mais emprego; o investimento subsidiado desempenha um papel importante, tanto na viabilização das pequenas explorações como na dinamização socioeconómica local, pois contribui – sobretudo nas iniciativas geridas por Jovens Agricultores – para a consolidação do emprego do próprio promotor e para a eventual criação de emprego para os membros da sua família e/ou para membros da sua própria comunidade.
- A indústria transformadora na região Norte: efeitos da integração europeia, 1986-1995Publication . Mendes, José M. Amado; Amaro, António Rafael; Rodrigues, Manuel FerreiraA integração de Portugal na Comunidade Económica Europeia/UniãoEuropeia, a partir de 1 de Janeiro de 1986, constituiu um marco significativo da nossa História recente. Por isso, há que avaliar quais as repercussões de tal integração, sob os diversos pontos de vista. No estudo que se segue, focaremos o assunto apenas no que concerne à indústria transformadora na Região Norte. Começa-se por enquadrar, histórica e geograficamente, a área em estudo, ou seja, a dita Região Norte. Esta integra diversas subregiões, com as suas especificidades, sobretudo em termos de actividades predominantes e do respectivo desenvolvimento económico. No que à indústria diz respeito, destaca-se o Vale do Ave que, por isso mesmo, merece uma atenção especial. Seguidamente, analisam-se os recursos humanos, particularmente no que toca à qualificação escolar dos trabalhadores por conta de outrem e respectiva evolução, no período em foco (1986-1995). A melhoria da qualificação dos efectivos, relativamente à sua formação, tem vindo a repercutir-se nos diversos sectores de actividade, embora de forma desigual em cada um deles. Por último, dedicar-se-á a devida atenção ao desenvolvimento industrial verificado ultimamente, com destaque para os ramos mais significativos: têxtil, vestuário e calçado. Tratando-se do principal pólo de especialização industrial português, estudam-se alguns dos elementos que caracterizam o modelo industrialização em curso, o tipo de empresas mais comum, a qualidade dos produtos, os factores de competitividade e os sinais de mudança.
- Jakob Nielsen and Robert L. Mack, Usability inspection method, New York, Wiley, 1994, 413 p.Publication . Ribeiro, Paulo Castro
- Processo de harmonização contabilística internacional: tendências actuaisPublication . Amaral, Catarina XavierNeste artigo dedicamos a nossa atenção à problemática da harmonização contabilística internacional num contexto de crescente interpenetração e crescimento dos mercados económicos e financeiros, salientando-se as vantagens decorrentes da adopção de normas de contabilidade aceites internacionalmente e os obstáculos colocados pela diversidade de sistemas contabilísticos existentes. A harmonização contabilística internacional desenvolveu-se em duas vertentes, de acordo com a natureza do organismo que a leva a cabo: pública, isto é, sustentada no direito internacional público e privada ou profissional, emitida por instituições de peritos em contabilidade, sem instrumentos jurídicos que garantam a sua aplicação. Como exemplo da harmonização regional de carácter público mencionam-se as realizações da União Europeia, na sua tarefa de homogeneizar as legislações dos diferentes Estados Membros. Na harmonização de âmbito mundial e de carácter profissional destaca-se o trabalho desenvolvido pelo International Accounting Standards Committee (IASC), passando em análise as diferentes posturas face às suas normas, com especial referência para a adoptada pela União. Tudo isto com o objectivo específico de manifestar a importância que este organismo adquiriu nos últimos anos, como normalizador mundial da informação financeira.
