Percorrer por autor "Teves, Carla Marinho"
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- Cuidados paliativos: o que sabem e preferem os portugueses?Publication . Capelas, Manuel Luís; Coelho, Sílvia Patrícia Fernandes; Silva, Sandra Catarina Fonseca Simões da; Burmeister, Bruna Ortega; Durão, Sofia Amado; Teves, Carla Marinho; Simões, Ana Sofia; Afonso, Tânia dos SantosIntrodução: O desenvolvimento e acessibilidade dos cuidados de saúde dependem do envolvimento direto dos cidadãos e doentes aos quais se destinam. Contudo, nem sempre estes têm o conhecimento adequado para usufruir desses cuidados, configurando-se os cuidados paliativos como um desses exemplos. O baixo nível de conhecimentos pode gerar mitos e preconceitos sobre estes cuidados, reduzir a equidade no acesso e diminuir a qualidade dos cuidados. Só uma aferição detalhada e abrangente do conhecimento do público em geral poderá permitir concretizar campanhas educacionais e políticas dirigidas às necessidades reais. Objetivo: avaliar o conhecimento da população portuguesa relativamente ao conceito, objetivos e formas de trabalho em cuidados paliativos; analisar a influência de características sociodemográficas nos conhecimentos relativamente ao seu conhecimento sobre cuidados paliativos. Materiais e Métodos: Questionário distribuído nas farmácias Holón aderentes de Portugal continental e ilhas, durante os meses de julho a setembro de 2017. Amostra acidental de 795 indivíduos maiores de 18 anos. Os dados foram analisados com recurso a estatística descritiva e analítica. O erro amostral dos dados apresentados é de 3.55% para um nível de confiança de 95%. Parecer favorável da Comissão de Ética para a Saúde da Universidade Católica Portuguesa. Resultados: 90.4% revelam boa conceptualização do conceito de cuidados paliativos; 75.1% identifica adequadamente os seus objetivos; o modo de trabalho é reconhecido por 87.6%. Gostariam de ser cuidados, no final da vida, por estas equipas, 84.6% e que os seus familiares o fossem, 85.7%. As palavras associadas a cuidados paliativos por mais de 50% dos participantes, foram, médicos e bem-estar. Praticamente todas as características sociodemográficas, de uma forma ou outra influenciam os resultados, com especial ênfase, na faixa etária, nível de escolaridade e rendimento económico. Conclusão: Bom conhecimento acerca do conceito, objetivos e forma de trabalho dos cuidados paliativos. Apesar destes resultados, e tendo em conta todos os fatores influentes importa reforçar o processo de disseminação dos conceitos-chave dos cuidados paliativos junto da sociedade portuguesa, visto em alguns setores os resultados obtidos apontarem para défices importantes.
- Estimação de doentes, cobertura e caracterização das equipas e profissionais das equipas de cuidadosPublication . Capelas, Manuel Luís; Silva, Alexandre; Coelho, Patricia; Afonso, Tânia; Durão, Sofia Amado Pinto; Teves, Carla Marinho
- Mapping palliative care provision in European prisons: an EAPC Task Force SurveyPublication . Turner, Mary; Chassagne, Aline; Capelas, Manuel Luís; Chambaere, Kenneth; Panozzo, Stacey; Teves, Carla Marinho; Riegler, EdithObjectives: Prison populations around the world are ageing and numbers are rising, leading to greater demand for palliative care for prisoners approaching the end of life. This paper reports a survey that was undertaken by the European Association for Palliative Care Task Force on mapping palliative care provision for prisoners in Europe. The Task Force was established to begin to address the gap in research knowledge by exploring prison systems and care provision across different countries. Methods: The survey, developed by the Task Force Steering Committee, consisted of 40 questions in six sections. It was completed through online searches; only data that were publicly available on the internet were included. Numerical data were analysed using descriptive statistics, and thematic comparisons were made of free-text data. Findings: The survey was completed for eight countries: Australia, Belgium, Czech Republic, England and Wales, France, Portugal, Scotland and Slovakia. Three main findings are reported here: healthcare and palliative care provision in prisons, deaths in custody and compassionate release. Despite increasing numbers of older prisoners, relatively few prisons provide inpatient care, and only one country has any prisons that provide dedicated palliative care services. Early release on compassionate grounds is extremely rare in most countries. Conclusion: For the principle of equivalence to be adhered to, facilities for sick and dying prisoners need to be improved, or many more people need to be released on compassionate grounds at the end of life. This mapping study has identified key issues in relation to palliative care in prison and provides the basis for further international research.
