Percorrer por autor "Lopes, Rui Miguel dos Santos"
A mostrar 1 - 1 de 1
Resultados por página
Opções de ordenação
- Clima de escola e sucesso educativo : a valorização das atitudes e comportamentos dos alunosPublication . Lopes, Rui Miguel dos Santos; Baptista, José Afonso NunesO alargamento da escolaridade obrigatória, o público mais vasto/diversificado, a mudança da sociedade, dos seus hábitos e desempenhos socais alteraram a vida das escolas. Uma das alterações, maior agitação/ “rebuliço”, veio modificar o clima das escolas tornando-o menos propício às aprendizagens. As escolas, com base nos normativos legais e nos seus recursos, põem em prática projetos de mudança com o intuito de desenvolver e tornar prática diária atitudes cívicas salutares, devolvendo-lhes um ambiente propenso às aprendizagens e à melhoria dos resultados escolares. Com base neste princípio, torna-se importante refletir sobre esses projetos, sobre o porquê da sua aplicação e os resultados que dela advieram relativamente à mudança pretendida. A presente dissertação tem como base o projeto “a melhor turma” que, sob a forma de “concurso”, procurou melhorar o clima de escola e os resultados académicos através da mudança de comportamentos e atitudes por parte dos alunos. Ao longo de dois anos letivos, os(as) professores(as) e os (as) assistentes operacionais registaram diariamente as atitudes menos próprias, sendo estas penalizadas, à semelhança dos níveis inferiores a três, na pontuação das turmas. Por outro lado, as boas notas reforçavam positivamente as classificações gerais. A reflexão, a análise dos dados recolhidos e a observação diária no terreno permitiram-nos concluir que, para operacionalizar o projeto é primordial que seja desenvolvido, na escola, um espírito de colaboração e de inovação. O trabalho conjunto de todos e para todos, entre pares e interpares passa a ser uma peça importante do “puzzle”. Todos devem ter como objetivo melhorar e/ou aperfeiçoar o clima de escola e todas as “engrenagens” do processo de ensino/aprendizagem. Por outro lado, o projeto tem de ser visto por todos como uma porta aberta para a mudança e não como uma forma de avaliar o desempenho de cada um ou como um obstáculo ao desempenho diário das suas funções.
