Percorrer por autor "Garcia, Lurdes"
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- Drug Addiction: The Relationship Between Nursing Interventions And Sensitive Outcomes. A Systematic Literature ReviewPublication . Seabra, Paulo; Santos, Alexandra; Garcia, Lurdes; Amendoeira, José; Sá, LuísBackground and Significance: The analysis of care contribution provided by different professionals and the results of their interventions is a recommendation that emerges from the practice stems, from costs concerns and to re-structure health services. The need to deepen the nursing contribution, to health outcomes achieved by people, is our challenge. We need to show further evidence that nursing sensitive health outcomes can contribute to health benefits of the people and pronounce today, the nursing role. This evidence may help to thinking about the practice, allowing that the new knowledge generated, contributes to its effectiveness. When we are dealing with a subjective and multidimensional state as drug addiction, with people in a methadone maintenance program, the health outcomes systematization is no easy task. Objectives/Aims: Identify nursing sensitive health outcomes with drug addicts and identify nursing interventions involved. Methods: We mobilize the guide lines of the Cochrane Center. We formulate the research question and determine the inclusion criteria by PI[C] OS method. We searched in B-on and Ebsco platforms and access to Scielo, Lilacs, Medicaribe databases. We search studies with samples above 18 years. Results: We selected 8 articles from a survey of 353 primary search. We found evidence of 17 nursing sensitive outcomes, which may be grouped into: clinical, functional status, health status knowledge, self care and nursing care satisfaction. These results were evaluated in different contexts of care practices. We found 12 nursing interventions responsible for those results. Four of the researches are randomized control trials. Conclusions/Implications: There is evidence that nursing care concern in its approach with the characteristic complexity of this chronic disease. Nurses contribute and influence health outcomes obtained by drugs addicts. Through the health promotion, drug administration, the therapeutic relationship and the counseling, among other interventions, nurses contribute mostly to the knowledge of the disease and treatments, help to reduce drug consumption, manage the withdrawal and the management of medication effects. This review indicates the need to probe the outcomes and the effectiveness of nursing intervention. There is no evidence of this type of research in Portugal.
- Qualidade de vida e saúde mental em mulheres consumidoras de drogasPublication . Seabra, Paulo; Garcia, Lurdes; Santos, Alexandra Maria Sarreira; Amendoeira, José; Sá, LuísIntrodução: As questões de género no domínio da saúde requerem reflexão e investigação para respostas adequadas às necessidades encontradas. A condição de mulher, associada a alguns determinantes de saúde, pode provocar especial vulnerabilidade se estiver dependente de substâncias. Os estudos normalmente alargam a análise ao impacto em outros elementos sócio relacionais, como os filhos, companheiros, idade, emprego e comorbilidades. Estas variáveis têm impacto na Saúde Mental, influenciam a forma como vivem o seu dia-a-dia e condicionam a perceção da Qualidade de Vida. Objetivos: A análise das atitudes comportamentais, os fatores de risco e a manutenção de consumos, requer maior aprofundamento no impacto que provocam na perceção da qualidade de vida e na saúde mental na população consumidora, em particular nas mulheres. Pretendemos analisar a relação entre Qualidade de Vida e Saúde mental, em mulheres consumidoras de drogas que se submetem a um programa medicamentoso com metadona, e relacioná-los com variáveis relacionais e sociodemográficas. Metodologia: Investigamos a perceção da Qualidade de Vida, da Saúde Mental e a sua correlação, numa amostra de 48 mulheres dependentes de opiáceos, integradas num programa com metadona. Utilizámos dois instrumentos - Escala de avaliação da qualidade de vida nos consumidores de substâncias em programa de substituição com metadona (Pacheco, Murcho & Jesus, 2005) e MHI-5 (Mental Health Inventory 5) (Ribeiro, 2001). O estudo é descritivo com uma abordagem transversal. A amostragem foi aleatória sistemática. A recolha dos dados decorreu de março a dezembro de 2012. Tratamento estatístico com SPSS19. Resultados: A amostra é caraterizada por 48 mulheres com idades entre os 26 e os 53, média de 39.4 (dp±5,8); Escolaridade 25%> 9º ano; Casada/união de fato 41,6%: Filhos 72,9%; Desempregadas 45,8%; Profissional não qualificada 50%; Consumos - heroína 12,5%, estimulantes 27,1%, cannabis 20,8%, álcool 27,1%, Benzodiazepinas 25%; Sem consumos 70,8%; Comorbilidades - HIV+ 33,3%, HCV 62,5%; Perturbação mental 29,2%; Doenças físicas (s/ infeções víricas) 54,2%; Início de consumos aos 20,1 anos (dp±5,81); Anos de consumo 12,06 (dp±5,65); Tempo de programa 62 meses (dp±50,63); Dose de metadona 73,05 mg (dp±48,32). Em relação aos instrumentos, 97,9% assinalaram qualidade de vida acima do ponto de corte e 35,4% apresentaram valores de bem-estar no quadro da sua saúde mental. Analisámos a diferença entre grupos pela média de idades. As mais velhas têm melhor saúde mental mas têm menor qualidade de vida. A Correlação entre os instrumentos r=.379 (p=0.008, p<0,001) que revelaram boa consistência interna (QV α=,945;=,885 e MHI5 α=,945;=,880). Conclusões: As mulheres apresentam menor qualidade de vida e menor saúde mental que os homens. Melhor perceção de Qualidade de Vida relaciona-se com melhor Saúde Mental. Verifica-se que bem-estar psicológico é essencial para melhor satisfação pessoal, menor consideração da situação sócio familiar e económica e revela maior distresse. Verifica-se que maior idade relaciona-se com melhor saúde mental e com pior qualidade de vida, o que remete para aprofundamento de outras variáveis. Encontraram- se diferenças estatisticamente significativas com os homens: As mulheres iniciam consumos mais tarde, menos anos de consumo, assinalam mais filhos e menor qualificação no trabalho. Têm necessidades em saúde específicas (mais comorbilidades).
