Percorrer por autor "Costa, Diana"
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- 1º relatório - vacinação para a COVID-19: intenção e seus preditores. Estudo na população portuguesa, em diferentes etapas do ciclo de vidaPublication . Godinho, Cristina Albuquerque; Francisco, Rita; Gaspar, Rui; Arriaga, Miguel Telo de; Costa, Andreia Silva da; Costa, Diana; António, João; Carvalho, Ana; Fonseca, Válter; Santos, Benvinda dos; Freitas, Graça
- 2º relatório - vacinação para a COVID-19: intenção e seus preditores. Estudo na população portuguesa, em diferentes etapas do ciclo de vidaPublication . Godinho, Cristina Albuquerque; Francisco, Rita; Gaspar, Rui; Arriaga, Miguel Telo de; Costa, Andreia Silva da; Costa, Diana; António, João; Carvalho, Ana; Fonseca, Válter; Freitas, Graça
- Influenza and COVID-19 vaccination intention in Portuguese adults from at-risk groups: a mixed-method studyPublication . Godinho, Cristina A.; Francisco, Rita; Gaspar, Rui; Henriques, Joana; Costa, Andreia; António, João; Costa, Diana; Fernandes, Teresa; Arriaga, MiguelBackground Seasonal influenza and COVID-19 vaccines are critical for protecting at-risk populations, yet uptake remains suboptimal in some priority groups. This study aimed to identify psychosocial and structural factors associated with vaccination intention and hesitancy among Portuguese adults from high-risk groups, including older adults, individuals with chronic conditions, healthcare professionals, and pregnant women. Methods A mixed-methods design was employed. A cross-sectional telephone survey applied to a probabilistic sample (n=474) assessed sociodemographic, psychological, and logistical predictors of intention to vaccinate against influenza and COVID-19 among older adults and individuals with chronic illnesses. Semi-structured interviews conducted with vaccine-hesitant healthcare professionals (n=13) and pregnant women (n=10) explored perceptions and experiences towards vaccination. Results Survey findings showed moderately high intentions to vaccinate, with higher scores for influenza than COVID-19. Older age, worry, belief in vaccine safety and efficacy, and healthcare provider recommendations were positively associated with vaccination intention. Conversely, concerns about side effects, preference for natural immunity, and work-related barriers were negatively associated with vaccination intention. Interview data revealed ambivalence toward seasonal vaccines, particularly COVID-19, due to perceived rapid development and limited longterm data. Healthcare professionals often distinguished between seasonal and the national vaccination programme vaccines, mentioning low personal risk and side effects as reasons for hesitancy related to seasonal vaccines. Pregnant women emphasized concerns about fetal safety and the importance of clear healthcare providers recommendations. Conclusions Psychosocial factors, including beliefs about disease severity and vaccine safety, play a central role in vaccination intention. Work-related structural barriers further contribute to hesitancy. These findings underscore the need for targeted communication strategies, healthcare providers engagement and employer-based vaccination programs to address both structural and motivational aspects of vaccination adherence within priority groups.
- Intenção de vacinação contra a COVID-19 em três amostras representativas da população portuguesa: implicações para a comunicaçãoPublication . Godinho, Cristina; Francisco, Rita; Gaspar, Rui; Silva, Andreia Jorge; Fonseca, Válter; Costa, Diana; Arriaga, MiguelIntrodução: Portugal, entre poucos países no mundo, tem mais de 90% da população vacinada contra a COVID-19. Este estudo teve como objetivo estimar a adesão à vacinação (para doses primárias e de reforço) entre a população adulta e crianças, e a sua associação a preditores psicossociais e sociodemográficos teoricamente sustentados. Método: Um inquérito telefónico foi aplicado em março (T1), maio (T2) e dezembro (T3) de 2021 a amostras representativas da população portuguesa com mais de 16 anos (n T1= 1091; n T2= 1013; n T3= 1091), ainda não vacinados (em T1 e T2) ou sem dose de reforço (em T3). As medidas incluíram questões sociodemográficas e de saúde, intenção de vacinação do próprio (ou dos filhos, em T3), perceção de risco, crenças relacionadas com a vacinação e confiança nas autoridades. Resultados: As intenções de vacinação foram consistentemente altas (T1=79,2%; T2=79%; T3=81,7%), com baixos níveis de hesitação vacinal (T1=16,7%; T2=16,8%; T3=13,3%) e recusa (T1=4,1%; T2=4,2%; T3=4,9%). Os preditores mais fortes de intenção foram a perceção de segurança das vacinas, uma atitude geral positiva e a recomendação médica. Para as crianças, as intenções de vacinação dos pais foram comparativamente mais baixas (adesão estimada=51,3%; hesitação=33,5%; recusa=15,2%), sendo os preditores mais fortes a perceção de segurança da vacina, arrependimento antecipado e perceção de poucas barreiras logísticas. Discussão: A identificação das principais barreiras e facilitadores da vacinação permitiram o desenho de estratégias de comunicação oportunas e personalizadas, direcionadas a diferentes grupos populacionais, contribuindo para a gestão do processo de vacinação baseada na evidência.
- Intenção de vacinação contra a COVID-19 em três amostras representativas da população portuguesa: implicações para a comunicaçãoPublication . Godinho, Cristina; Francisco, Rita; Gaspar, Rui; Silva, Andreia Jorge; Fonseca, Válter; Costa, Diana; Arriaga, MiguelIntrodução: Portugal, entre poucos países no mundo, tem mais de 90% da população vacinada contra a COVID-19. Este estudo teve como objetivo estimar a adesão à vacinação (para doses primárias e de reforço) entre a população adulta e crianças, e a sua associação a preditores psicossociais e sociodemográficos teoricamente sustentados. Método: Um inquérito telefónico foi aplicado em março (T1), maio (T2) e dezembro (T3) de 2021 a amostras representativas da população portuguesa com mais de 16 anos (n T1= 1091; n T2= 1013; n T3= 1091), ainda não vacinados (em T1 e T2) ou sem dose de reforço (em T3). As medidas incluíram questões sociodemográficas e de saúde, intenção de vacinação do próprio (ou dos filhos, em T3), perceção de risco, crenças relacionadas com a vacinação e confiança nas autoridades. Resultados: As intenções de vacinação foram consistentemente altas (T1=79,2%; T2=79%; T3=81,7%), com baixos níveis de hesitação vacinal (T1=16,7%; T2=16,8%; T3=13,3%) e recusa (T1=4,1%; T2=4,2%; T3=4,9%). Os preditores mais fortes de intenção foram a perceção de segurança das vacinas, uma atitude geral positiva e a recomendação médica. Para as crianças, as intenções de vacinação dos pais foram comparativamente mais baixas (adesão estimada=51,3%; hesitação=33,5%; recusa=15,2%), sendo os preditores mais fortes a perceção de segurança da vacina, arrependimento antecipado e perceção de poucas barreiras logísticas. Discussão: A identificação das principais barreiras e facilitadores da vacinação permitiram o desenho de estratégias de comunicação oportunas e personalizadas, direcionadas a diferentes grupos populacionais, contribuindo para a gestão do processo de vacinação baseada na evidência.
- Literacia em saúde e comunicação na promoção da adesão à vacinação contra a COVID-19Publication . Arriaga, Miguel Telo de; Costa, Andreia Silva da; Santos, Benvinda dos; Godinho, Cristina; Costa, Diana; Mendes, Diana; Mata, Francisco; Chaves, Nicole; Francisco, Rita; Gaspar, Rui; Fonseca, Válter; Freitas, Graça
- Preditores do bem-estar geral em crianças e adolescentes: um estudo em escolas do norte do paísPublication . Costa, Diana; Dias, Paulo C.
