Percorrer por autor "Chagas, Lorena de Oliveira"
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- AYA - I Am Not Afraid of You: combining assessment tools for evaluating a theater of the oppressed workshopPublication . Chagas, Lorena de Oliveira; Baltazar, André; Moreno, Ana Filipa; Bines, Rosana Kohl; Oliveira-Silva, Patrícia; Sá, CristinaThis interdisciplinary study investigates the transformative potential of the workshop AYA—I Am Not Afraid of You (“Aya—Não tenho medo de ti”), an innovative program that employs Theater of the Oppressed techniques to enhance well-being and empower young women. Participants engaged in collaborative and expressive activities to address and reframe experiences of oppression, fostering personal growth and collective resilience. A comprehensive mixed-method evaluation—integrating qualitative reflections, observational insights, surveys, and psychophysiological data—assessed the workshop’s influence on emotional well-being, reduction of reactiveness, and empowerment. The workshop took place in Porto, Portugal, with a small, purposefully selected sample of nine young Lusophone women, of Portuguese and Brazilian nationalities. While small in scale and diversity, the study demonstrates how such assessments can be adapted across cultural contexts. Results indicated improvements in well-being and embodied emotional indicators.
- ESPECT-ATRIZES: cruzamentos entre Teatro do Oprimido, neurociência e estudos de recepçãoPublication . Chagas, Lorena de Oliveira; Sá, Cristina; Baltazar, AndréEste artigo apresenta uma revisão bibliográfica, trazendo uma reflexão sobre o cruzamento entre Estudos de Recepção teatral, em uma perspectiva neurocientífica, com práticas artísticas e pedagógicas do Teatro do Oprimido (Boal, 1993), de modo a contribuir de forma robusta com os estudos sobre o impacto dessas práticas em seus participantes, sejam eles artistas criadores ou espect-atores. A construção do artigo revisita a bibliografia sobre o tema, analisa um workshop realizado na Universidade Católica Portuguesa e elenca metodologias possíveis de Estudos de Recepção em teatro para tais fins, partindo de uma pesquisa maior em andamento. Nota-se que, apesar de palavras como “opressão” e “empoderamento” aparecerem com frequência em estudos, faz-se necessário aqui refletir sobre seus significados, de modo a diferenciá-los do uso comum e cotidiano e mesmo de suas apropriações pelo neoliberalismo. Partimos da discussão levantada pela teórica Liz Tomlin (2019) de que devemos buscar um caminho artístico em que ainda podemos criar espetáculos politicamente empenhados sem, no entanto, deixar de respeitar as subjetividades da espectatorialidade, ou a Emancipação do Espectador (Rancière, 2019). Consideramos também os estudos de Flávio Desgranges (2020), que define como essencial o espectador, para que sejam efetivadas transformações no teatro, uma vez que não há teatro sem espectadores. Concluímos que a neuropsicologia e a neurociência, além dos estudos em empowerment, mostram ferramentas que podem ser fortes aliadas em workshops e práticas artísticas baseadas na estética do Oprimido.
