Percorrer por autor "Carvalho, Anabela"
A mostrar 1 - 2 de 2
Resultados por página
Opções de ordenação
- Atitudes e práticas dos professores face à inclusão de alunos com necessidades educativas especiaisPublication . Silva, Maria Deolinda Oliveira; Ribeiro, Célia; Carvalho, AnabelaNum momento em que questões como inclusão educativa, atitudes e práticas inclu‑ sivas têm tido evidência crescente, nomeadamente no ensino básico, é necessário atender à diversidade, como uma fonte enriquecedora do processo educativo, uma vez que a partir dela se pode idealizar a educação como uma via propícia para concretizar princípios de igualdade. Assim, importa perceber se os professores estão a conseguir uma efetiva flexibilização e diferenciação de práticas inclusivas nas escolas. Neste contexto, a presente investigação assenta na problemática: quais as atitudes e práticas dos professores dos 2º e 3º ciclos face à inclusão de crianças e jovens com Necessidades Educativas Especiais (NEE) na sala de aula? Através de uma metodologia de investigação quantitativa, com a aplicação de um questionário a 105 docentes dos 2.º e 3.º ciclos de três Agrupamentos de Escolas do Concelho de Viseu, encontrámos dados que confirmam as atitudes e práticas dos professores favoráveis à inclusão de alunos com NEE. Constata‑se que são os professores do sexo masculino e os que têm uma formação complementar à de base, bem como aqueles que apresentam entre seis a dez anos de serviço e com o mesmo tempo de experiência com NEE os que regem, de forma mais frequente, as suas atitudes e práticas pelo conceito de educação inclusiva. Pode‑se concluir que as práticas existentes na escola se guiam por atitudes inclusivas havendo, contudo, ainda um caminho a percorrer para melhorar o que é proclamado para a educação inclusiva.
- As doenças raras na escola: uma incursão pela literaturaPublication . Catana, Felícia; Ribeiro, Célia; Carvalho, AnabelaAinda que do ponto de vista da prevalência sejam raras, o impacto das Doenças Raras (DR’s) é considerável, quando se verifica que, no seu conjunto, afetam uma percentagem muito significativa da população. Tendo em conta que estas doenças diminuem consideravelmente a qualidade de vida das crianças atingidas, bem como dos seus familiares, os profissionais da educação deverão estar atentos e preparados para lidar com esta realidade. Relativamente ao impacto da Doença Rara (DR) na vida escolar do aluno, o apoio a prestar beneficiaria com uma visão holística, por parte da equipa educativa, não só das dificuldades e necessidades dos alunos e suas famílias, mas também das suas potencialidades educativas. Estudos recentes preconizam uma intervenção educativa baseada na etiologia, por forma a otimizar o processo de ensino-aprendizagem junto das crianças com DR
