Oliveira, Ana CatarinaAgostinho, InêsPicoito, Ricardo2026-01-272026-01-272025-04-01Oliveira, A. C., Agostinho, I., & Picoito, R. (2025). Abordagem de enfermagem no cuidado da ferida cirúrgica com deiscência: estudo de caso. 1-1. Poster session presented at 19th International Seminar on Nursing Research, Porto, Portugal.fc997f26-5612-4bf7-86ca-c48c99d8b508http://hdl.handle.net/10400.14/56794Introdução: As complicações cirúrgicas, como a deiscência da ferida operatória, representam um desafio na área neurocirúrgica, podendo comprometer recuperação da pessoa e aumentar o risco de infeção. Esta condição pode ser diagnosticada até 30 dias após a cirurgia (Borges & Diccini, 2004). Diversos fatores podem contribuir para a ocorrência desta coentre mplicação, incluindo infeção da ferida cirúrgica, nutrição inadequada, doenças vasculares, doenças crónicas, outros (Souza et al., 2024). No contexto das cirurgias cranianas, como a craniotomia, o risco é particularmente relevante, uma vez que o couro cabeludo é uma área naturalmente colonizada por microrganismos, apesar das intervenções neurocirúrgicas serem consideradas limpas (Borges & Diccini, 2004). A prevenção da infeção é essencial para evitar complicações mais graves, como meningite, infeções intracranianas e osteomielite (Borges & Diccini, 2004). Quando a prevenção das complicações não é eficaz, a opção passa pelo tratamento da deiscência da ferida operatória, que requer uma abordagem sistematizada, incluindo o desbridamento cirúrgico e a aplicação de apósitos que favoreçam a granulação e a epitelização do tecido. Neste contexto, a enfermagem desempenha um papel fundamental na equipa multidisciplinar, sendo crucial na identificação precoce de complicações da ferida operatória e na implementação de estratégias terapêuticas adequadas, minimizando complicações e promovendo o encerramento eficaz da ferida (Souza et al., 2024; Borges & Diccini, 2004). Objetivos: O objetivo deste estudo de caso visa descrever a intervenção de enfermagem no tratamento de uma ferida cirúrgica que apresentou deiscência. Conclusão: A deiscência de uma ferida cirúrgica após uma craniotomia representa um desafio para a enfermagem, exigindo intervenções sistematizadas e tratamento adequado. Este estudo reforça a importância de intervenções precoces, estruturadas e individualizadas, maximizando a eficácia do tratamento, promovendo a cicatrização e minimizando complicações associadas.porAbordagem de enfermagem no cuidado da ferida cirúrgica com deiscência: estudo de casoNursing approach in the care of surgical wound with dehiscence: a case studyconference poster not in proceedings