Oliveira, Carina Silva de CarvalhoLeonido, LeviMorgado, ElsaRodrigues, João Bartolomeu2025-08-082025-08-082017-01-0197898999832741f72867b-0365-47da-a093-e9b1d3f1462bhttp://hdl.handle.net/10400.14/54302A política de ações afirmativas foi implantada na Universidade Estadual de Feira de Santana, desde o semestre letivo de 2007.1 e reserva 50% de suas vagas em todos os cursos para estudantes oriundos (as) de escola pública e, dentre esses, 80% para negros (as), e 20% para não-negros (as), além de duas vagas extras por curso destinadas a indígenas e quilombolas. Os convocados necessitam enquadrar-se nos padrões de estabelecidos pelo edital, que incluem a condição de serem estudantes advindos de escolas públicas, tendo estudado todo ensino médio e pelo menos duas séries do ensino fundamental. As cotas adicionais visam garantir, duas vagas a mais em cada curso, em cada turma, preenchidas, exclusivamente, por integrantes dos povos indígenas reconhecidos pela Fundação Nacional do Indio-FUNAI e/ou por integrantes das comunidades quilombolas reconhecidas pela Fundação Palmares. Sucederam-se e alteraram-se medidas e reestruturaram-se políticas administrativas e técnicas ao longo desta década mas, em suma, o objetivo desta comunicação é aferir ou demonstrar o "estado da arte" desta política, em ordem a percebermos se esta potencia (ou não) uma real preservação da cultura e da arte destes cotistas dentro e fora do campus universitário.porCotas na universidadeIndígenasNegrosQuilombolasCotas na Universidade Estadual de Feira de Santana na Bahia: negros, indígenas e quilombolas no ensino superiorQuotas in the state niversity of Feira de Santana in Bahia: black, indigenous and quilombolas in higher educationconference proceedings