Coutinho, Lourenço Pereira2023-10-032023-10-032023-059789725409480http://hdl.handle.net/10400.14/42742Em 1851, os homens que fizeram a Regeneração aceitaram manter a Carta para salvar o decoro do Rei, mas esperavam afastá-lo do processo político. Enganaram-se. A prática veio a provar que, por longo tempo, não foi possível estruturar uma alternativa válida ao seu protagonismo.porO rei, chave da regeneração: poderes constitucionais e prática política (1851-1885)book10.34632/9789725409480