Parada, PedroMueller, Tobias Luc2025-12-192025-12-192025-10-162025-09-11http://hdl.handle.net/10400.14/55953In the energy transition, the real bottleneck is not ambition but organizational alignment. This dissertation examines how energy companies align sustainability goals with corporate strategy through a qualitative and comparative study of Galp and Ørsted. Drawing on 12 semi-structured interviews and verified corporate disclosures, the research uses pattern matching and explanation building to trace a common mechanism chain from intent to portfolio rules over to governance and incentives on to controls/KPIs and dynamic capabilities. The findings show two viable alignment pathways. Galp follows a returns-disciplined, transitional path, visible in their industrial site Sines with regular site reviews and EU-taxonomy KPIs, while Ørsted takes a mission-centered, transformational path, shown by its biodiversity metrics and assured green-finance reports. A contingent explanation clarifies why pathways differ. The legacy asset base, ownership, policy credibility, and capability endowment shape feasible speed and risk posture. Across cases, governance design (line ownership versus novelty-tiered approvals) proved to be a stronger driver of alignment speed than overarching goals. The results provide an actionable alignment pathways toolkit with design levers (target granularity, incentive weights, novelty-tiered approvals, pilot-to-scale gateways, capability coalitions, financing structures and communications cadence) that help managers make sustainability more investable, governable, and improvable. Overall, the dissertation advances a mechanism-based, context-sensitive account of strategic alignment in the energy transition and offers practical insights for execution.Na transição energética, o verdadeiro estrangulamento não é a ambição, mas o alinhamento organizacional. Esta dissertação analisa, num estudo qualitativo comparativo, como a Galp e a Ørsted alinham objetivos de sustentabilidade com a estratégia corporativa, com base em entrevistas semiestruturadas e divulgações verificadas. Reconstrói-se uma cadeia de mecanismos: intenção, regras de portefólio, governação e incentivos, controlos e indicadores, e capacidades dinâmicas. Os resultados identificam duas vias de alinhamento: a Galp segue um percurso transitório disciplinado por retornos, visível em Sines com revisões regulares e KPIs da Taxonomia da UE; a Ørsted segue um percurso transformacional centrado na missão, evidenciado por métricas de biodiversidade e por relatórios de financiamento verde assegurados. Uma explicação contingente mostra por que divergem: a base de ativos, a estrutura de propriedade e o custo de capital, a credibilidade das políticas e a dotação de capacidades moldam a velocidade e o perfil de risco. Entre os casos, o desenho da governação (responsabilização direta nas linhas versus aprovações por novidade) impulsionou mais a velocidade do que metas. O trabalho apresenta um guia prático com alavancas de desenho - granularidade de metas, pesos de incentivos, aprovações por novidade, marcos de piloto para escala, parcerias, financiamento e cadência de comunicação - que tornam a sustentabilidade mais investível, governável e melhorável.engAlignmentAlinhamentoCapacidades dinâmicasCorporate governanceDynamic capabilitiesEnergy transitionEstratégiaGalpGovernação corporativaØrstedStrategySustainabilitySustentabilidadeTransição energéticaHow do energy companies align sustainability goals with corporate strategy? : evidence from Galp and ØrstedComo é que as empresas de energia alinham os objetivos de sustentabilidade com a estratégia corporativa? : evidência da Galp e da Ørstedmaster thesis204028680