Almeida, AnaNoites, RitaCardoso, Miguel2026-06-082026-06-082024-09-2760000564-c71d-4907-8724-7b697d0c51f2http://hdl.handle.net/10400.14/58009Objetivos: Os microrganismos têm sido destacados como a principal causa de doenças pulpares e periapicais. A complexidade dos canais radiculares requerem instrumentação mecânica e irrigação eficaz de maneira a reduzir a quantidade de microrganismos presentes nos canais. Analisar a literatura científica e procurar evidências que suportem (ou não) uma relação entre o tipo de cavidade de acesso endodôntico realizada e a desinfeção canalar. Métodos: O protocolo deste trabalho encontra-se registado na plataforma PROSPERO com o código CRD42024519265. A pesquisa foi feita nas bases de dados: Pubmed/MEDLINE, Cochrane, Web of Science e Scopus. A seleção de estudos foi feita de acordo com a questão de investigação PICO, e seguindo as normas PRISMA. A avaliação da qualidade de estudos foi feita recorrendo à QUIN tool. Foram recolhidos dados sobre os estudos nomeadamente: autor; ano; título; tipo de estudo; objetivos; dimensão da amostra; características da amostra; tipos de cavidade de acesso; 2 desinfeção; resultados. Os dados mais importantes de cada estudo foram analisados e comparados. Resultados: A pesquisa nas bases de dados resultou num total de 1411 artigos. Após a análise dos artigos foram selecionados 7 estudos a incluir na revisão sistemática. Destes artigos verificamos que a cavidade de acesso endodôntico minimamente invasiva mais vezes utilizada foi a cavidade conservadora, e o meio de desinfeção mais utilizado foi o hipoclorito de sódio. Conclusões: As utilizações de cavidades de acesso endodôntico tradicionais resultam numa maior diminuição bacteriana intracanalar, e a melhor forma de desinfeção canalar é a associação do irrigante NaOCl com laser. Faltam mais estudos que comprovem a eficácia do laser e da irrigação passiva ultrassónica, bem como estudos em que sejam avaliadas as cavidades truss access e as cavidades ninja/ultraconservadoras.porInfluência dos acessos endodônticos minimamente invasivos na desinfeção canalar – revisãoconference object10.24873/j.rpemd.2024.12.1405