Lage, IsabelAlves, José Matias2020-11-132020-11-132019Lage, I., Alves, J.M. (2019). Programa ‘autonomia e flexibilidade curricular’ e impacto nos modos de ensinar e aprender: perceções dos alunos. In Atas do XIV Congresso SPCE Ciências, Culturas e Cidadanias, Coimbra, Portugal, 11-13 outubro 2018. (pp. 440-449). Coimbra: Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra9789899977556http://hdl.handle.net/10400.14/31355Este trabalho é um estudo exploratório que se integra numa investigação de doutoramento em Ciências da Educação e pretende conhecer a perceção dos alunos do 3.º ciclo do ensino básico, no que se refere às práticas docentes, estratégias de ensino e de aprendizagem, relação pedagógica e atividades que cruzam a tradicional fronteira da sala de aula. A escola onde decorreu esta investigação aderiu ao projeto de autonomia e flexibilidade curricular do ensino básico, em regime experimental, no ano escolar 2017/2018, possibilitada pelo Despacho n.º 5908/2017. Assim, deseja-se ainda perceber se existem diferenças nas respostas dos alunos de 7.º ano, que fizeram parte do grupo pioneiro que implementou o projeto de autonomia e flexibilização curricular e os seus colegas de 8.º e 9.º ano, que não o fizeram. O estudo foi realizado numa escola em ambiente urbano, utilizando-se um inquérito por questionário aplicado a um total de 112 alunos. Como principais conclusões verifica-se que, relativamente aos seus colegas de 8.º e 9.º anos, os alunos de 7.º ano percecionam-se como mais autónomos nas aulas, valorizam mais as atividades realizadas fora da sala de aula, referem que os seus professores utilizam métodos mais ativos e consideram menos relevante a memorização e a reprodução de conteúdos como estratégia de aprendizagem.This communication is an exploratory study that is integrated in a PhD research in Educational Sciences and aims to know the perception of the students of the 3rd cycle of basic education, regarding the current teaching practices, teaching and learning strategies, pedagogical relationships and others activities that cross the traditional frontier of the classroom. The school where this research took place adhered to the project of autonomy and curricular flexibility of the basic education, in experimental regime, in the school year 2017/2018, made possible by Legal Order nº 5908/2017”. Thus, we would like to understand if there are differences in the answers of the 7th grade students, who were part of the pioneer group that implemented the autonomy and curricular flexibility project and its 8th and 9th grade classmates, who did not. The study was carried out in a school in an urban environment, using a questionnaire survey applied to a total of 120 students. The main conclusions are that, 7th graders students perceive themselves to be more autonomous in class, value more activities outside the classroom, refer that their teachers use more active methods and consider memorization less relevant and the reproduction of contents as a learning strategy than their 8th and 9th graders colleagues.porEnsinoEstratégiasDesenvolvimento curricularAprendizagensTeachingStrategiesCurriculum developmentLearningPrograma ‘autonomia e flexibilidade curricular’ e impacto nos modos de ensinar e aprender: perceções dos alunosconference object