Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/9382
Título: Il culto della croce nella liturgia del venerdì santo nell’altomedioevo
Autor: Mazza, Enrico
Data: 2006
Editora: Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa
Citação: MAZZA, Enrico - Il culto della croce nella liturgia del venerdì santo nell'altomedioevo. Didaskalia. Lisboa. ISSN 0253-1674. 36:1 (2006) 19-45
Resumo: O artigo intende mostrar a origem do rito da adoração da cruz na liturgia de Sexta-feira santa. Para o efeito examinam-se as liturgias romana, galicana e moçarábica. A partir dos documentos estudados, verifica-se que até ao séc. VII a Sexta-feira santa não conhece nenhuma liturgia própria. Em Roma, o sacramentário Gelasianum Vetus é o primeiro livro litúrgico a mencionar, para este dia, uma liturgia da palavra seguida do rito da veneração da cruz e da comunhão dos fiéis. A história deste rito está ligada ao culto da relíquia da verdadeira cruz praticado na liturgia estacional do Papa. A relíquia era levada em procissão da basílica de S. João de Latrão até à basílica de Santa Cruz em Jerusalém, onde era depositada num altar. Na primeira parte do séc. VIII, o Ordo romanus XXIII testemunha esta prática da liturgia papal, decalcando a descrição feita por Egéria sobre os ritos da semana santa em Jerusalém nos finais do séc. IV. A liturgia da Gália ignora qualquer rito de adoração da cruz. Na tradição hispânica, a origem dos ritos de Sexta-feira santa relaciona-se com o Ofício de Laudes, Tércia e Noa, que têm como tema dominante a paixão de Cristo. O autor conclui, por conseguinte, que o rito da adoração da cruz não nasce em Roma nem em Espanha, mas é um desenvolvimento da veneração da relíquia da santa cruz e do Ofício divino, respectivamente.
This article aims to show the origin of the rite of the adoration of the Cross in the Good Friday liturgy. For this purpose we will examine the Roman, Gallican and Mozarabic liturgies. From the documents studied we find that up to the 7th century no specific liturgy is known. In Rome the sacramentary Gelasianum Vetus is the first liturgical book to mention a liturgy of the Word for this day followed by a rite of veneration of the Cross and by the communion of the faithful. The history of this rite is linked to the worship of the relic of the true Cross practised in the stational liturgy of the Pope. The relic was taken in procession from the Basilica of St. John Lateran to the Basilica of the Holy Cross in Jerusalem, where it was deposited on an altar. In the early 8th century, the Ordo romanus XXIII testifies to this Papal liturgical practice, following the description made by Egeria of the Holy Week rites in Jerusalem in the late 4th century. The Gallican liturgy knows of no rite of adoration of the Cross. In the Hispanic tradition, the origin of the Good Friday rites is related to the Offices of Lauds, Terce and None, where the predominant theme is the Passion of Christ. The author concludes, therefore, that the rite of the adoration of the Cross was not born in Rome or in Spain, but was a development of the veneration of the relic of the Holy Cross and of the Divine Office, respectively.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/9382
ISSN: 0253-1674
Aparece nas colecções:RD - 2006 - Vol. 036 - Fasc. 1

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