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Título: Pode a vibração muscular local ser facilitadora da activação dos extensores do punho em pacientes hemiplégicos? : um estudo exploratório
Autor: Soares, Maria Cristina dos Reis Moreira
Orientador: Carvalho, Mamede de
Palavras-chave: Vibração
Hemiplegia
AVC
Neurónios Medulares
Punho
Reabilitação
Vibration
Hemiplegia
Stroke
Spinal Neurons
Wrist
Rehabilitation
Data de Defesa: 2010
Resumo: INTRODUÇÃO: Embora vários estudos descrevam os efeitos da vibração muscular local (VML) na plasticidade cerebral e na excitabilidade cortical dos indivíduos saudáveis, muito poucos estudaram os seus efeitos no paciente neurológico. OBJECTIVOS: Contribuir para a construção de um protocolo de investigação, através de um estudo exploratório que determine se a VML pode ser facilitadora da activação dos extensores do punho em pacientes hemiplégicos, percebendo como influencia o movimento e a excitabilidade dos neurónios medulares. MÉTODOS: Medimos, em 10 hemiplégicos, a amplitude de extensão do punho, por goniometria, comparando a extensão activa do punho sem e com vibração aplicada no extensor radial do carpo (ERC) e estudámos por electromiografia (EMG) a excitabilidade dos neurónios correspondentes à inervação de um músculo antagonista, flexor radial do carpo (FRC), e de dois músculos distais inervados por miótomos próximos, em três diferentes condições; repouso, extensão voluntária do punho e extensão voluntária com vibração. RESULTADOS: A amplitude de extensão do punho aumentou significativamente (p=0,005) com a aplicação da VML no ERC. Não se tendo verificado alterações na excitabilidade dos neurónios motores medulares. CONCLUSÕES: Os resultados são compatíveis com os dos estudos em indivíduos saudáveis, sugerindo que a VML (50Hz) aumenta a actividade muscular também no hemiplégico e que este aumento provém de mecanismos corticais e não periféricos. A VML merece ser investigada como ferramenta na fisioterapia neurológica.
BACKGROUND: Although several studies describe the effects of local muscle vibration (LMV) in brain plasticity and cortical excitability in healthy subjects very few have studied its effects on the neurological patient. OBJECTIVES: To contribute to the construction of a research protocol, through an exploratory study to determine whether the LMV can facilitate the activation of wrist extensors in hemiplegic patients and explore how it influences movement and excitability of spinal neurons. METHODS: We measured, in 10 stroke survivors, the range of wrist extension by goniometry comparing the active wrist extension with and without vibration applied to the extensor carpi radialis (ECR) and studied by electromyography (EMG) the excitability of neurons corresponding to the innervation of an antagonist muscle, flexor carpi radialis (FCR), and two distal muscles innervated by nearby miotomes, in three different conditions; at rest, during voluntary extension of the wrist and during voluntary extension with application of vibration. RESULTS: The range of wrist extension increased significantly (p = 0.005) with the application of LMV on the ECR. There has been no change in the excitability of spinal motor neurons. CONCLUSIONS: Our results are consistent with studies in healthy subjects, suggesting that the LMV (50Hz) increases muscle activity also in the hemiplegic and that this increase comes from cortical mechanisms rather than peripheral. The LMV should be further investigated as a tool in neurological physiotherapy.
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/9321
Aparece nas colecções:R - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations
ICS(L) - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations

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