Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/8829
Título: A escola e os ambientes de leitura : concepção, percepção, motivação e emoção no contexto físico da aula e da biblioteca escolar
Autor: Pais, Maria Paula Marques Baptista Coelho
Orientador: Baptista, José Afonso Nunes
Palavras-chave: Leitura
Espaços e Ambientes Escolares de Leitura
Concepção
Percepção
Motivação
Emoção
Afectividade
Leitura dos Espaços
Mensagens
Códigos e Valores
Organização
Análise de Ambientes
Percepção e Representação dos Espaços
Tempos e Espaços de Leitura - Emoção e Motivação
Bibliotecas Escolares
Reading
Reading School Spaces and Environments
Design
Perception
Motivation
Emotion
Affectivity
Reading of the Space - Messages, Codes and Values
Organization
Environment Analysis
Perception and Representation of Space
Reading Time and Spaces - Motivation and Emotion
School Libraries
Data de Defesa: 3-Out-2011
Resumo: O presente trabalho subordinado ao tema: A Escola e os Ambientes de Leitura. Concepção, Percepção, Motivação e Emoção no Contexto Físico da Aula e da Biblioteca Escolar, propôs-se analisar as relações existentes entre a percepção dos alunos e dos seus professores acerca dos espaços e ambientes de leitura que lhes são disponibilizados em contexto escolar e a motivação para o acto de ler por eles experienciados. Esta temática nasceu da vontade de perceber até que ponto espaço e indivíduo interagem, individualmente e no seio de um grupo, tendo por farol a motivação para a leitura. Pretendeu-se também procurar entender de que modo determinados comportamentos impeditivos de um aproveitamento escolar mais positivo e de uma fruição da vivência escolar mais agradável são influenciados pelo espaço físico da escola e pelo ambiente percepcionado por cada indivíduo que nele vive. Diferentes leituras são possíveis a partir de um único espaço físico. A forma como o espaço molda em cada indivíduo a própria noção de tempo, o modo como ele consegue fazer despontar emoções diferenciadas, contribuindo para a reflexão e para um maior ou menor sentido de pertença ou de exclusão; como pode, ou não, seduzir-nos para ser e estar, convidando a ler e a permanecer, são questões que emergem e se revestem de grande pertinência, num tempo em que a integração de todos no universo escolar encerra, acima de tudo, uma universal exigência de qualidade. Espaços onde se respeite a personalidade de cada indivíduo, sem esquecer as necessidades do colectivo; nos quais os benefícios de uma socialização integrada e saudável não destruam a delicadeza da intimidade tão necessária a quem se encontra em plena fase de despontar de personalidade mostram-nos, a cada dia, o quanto a envolvência espacial é, em si mesma, um elemento vivo da nossa sociedade. A partir desta problemática elaborou-se uma estratégia de investigação qualitativa por entrevistas. Visando analisar a relação entre a percepção que alunos e seus mediadores de leitura possuem acerca dos espaços escolares e os sentimentos de motivação e consecução experienciados, compararam-se as respostas dadas por alunos e professores (seus mediadores de leitura) das escolas de um Agrupamento Vertical, num crescendo etário compreendido, sensivelmente, entre os 6 e os 15 anos de idade.A pesquisa contou ainda com uma prévia abordagem consagrada à observação participante entrecruzada, numa fase posterior, com uma análise mais interventiva, possível através da construção de mapas mentais, no sentido de procurar investigar algumas interacções entre os leitores e os ambientes de leitura propostos. Falamos de espaços escolares de leitura nos seus aspectos mais desconhecidos. Espaços de quê e de quem? Espaços para quê e para quem? Falamos também dos tempos desses mesmos espaços. Espaços de pensamentos e de emoções; espaços para ser e espaços para estar. Falamos de espaços diferenciados e de territórios; de atracção e de rejeição. Espaços para entrar, permanecer, sair. Espaços de Intimidade e de envolvência. Falamos enfim, dos espaços que temos e dos espaços que desejamos tendo, por guia, a motivação para a leitura.
The present work on the theme: “The school and the reading environments. Conception, Perception, Motivation and Emotion in the Physical Context of Classroom and School Library”, set out to analyze the relationship between the perception of students and their teachers about the reading spaces and environments that are provided to them in the school context and motivation for the act of reading that they experienced. This thematic started from the will of perceiving to what extent space and individual interact, alone and within a group, having as cornerstone the motivation for reading. It was also intended to seek understanding on how certain behaviours impeding a more positive school achievement and enjoyment of a more pleasant school experience are influenced by the physical space of the school and by the environment perceived by each individual who lives in it. Different readings are possible from a single physical space. The way space shapes each individual's own sense of time, how he can do different emotions emerge, contributing to the debate and to a greater or lesser sense of belonging or exclusion, as it may or may not seduce us to be, inviting us to read and stay, are issues that emerge and are of great relevance, at a time that the integration of all in the school universe comprises, above all, a universal demand for quality. Spaces where it is respected the personality of each individual, without forgetting the needs of the collective, in which the benefits of an integrated and healthy socialization do not destroy the delicate intimacy so necessary to those who are in full blossom stage personality show us, every day, how much space the surroundings is, in itself, a living element of our society. Starting from this problem it was prepared a strategy for qualitative survey through interviews. Aiming to analyze the relationship between the perception that students and their mediators have about the school spaces and the feelings of motivation and achievement they have experienced, it was compared the answers given by students and teachers (their reading mediators) of schools of a Vertical Grouping, in a growing age comprised, roughly, between 6 and 15 years old. The study also included a preliminary approach devoted to participant observation crisscrossed, at a later stage, with a more interventionist analysis, possible through the construction of mental maps, towards to investigate some interactions between readers and the reading environments proposed. We talk about school reading spaces in their most unknown aspects. Spaces of what and whom? Spaces for what and for whom? We also talk about the times of those spaces. Spaces of thoughts and emotions; spaces for being and spaces to be. We talk about different spaces and territories; of attraction and rejection. Spaces to enter, stay, leave. Intimate and surroundings spaces. After all, we talked about the spaces that we have and the spaces that we aim to have, having as guidance the motivation for reading.
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/8829
Aparece nas colecções:R - Teses de Doutoramento / Doctoral Theses
FCH - Teses de Doutoramento / Doctoral Theses

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