Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/8779
Título: Nem acaso, nem necessidade : o jogo como metáfora da criação
Autor: Varanda, Isabel
Data: 2007
Editora: Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa
Citação: VARANDA, Isabel - Nem acaso, nem necessidade : o jogo como metáfora da criação. Didaskalia. Lisboa. ISSN 0253-1674. 37:1 (2007) 141-159
Resumo: A hipótese deste estudo consiste em considerar a categoria de jogo como elemento epistemológico e hermenêutico para pensar teologicamente a criação. Desta hipótese derivam, certamente, implicações na compreensão do cosmos e de todas as criaturas, particularmente da criatura humana – é o que procuraremos mostrar – mas também tem implicações na representação de Deus. Em perspectiva teológica, pensar a criação como jogo faz aparecer, em toda a sua singularidade, o universo de liberdade da Criação, das criaturas e do Criador, para lá de toda e qualquer finalidade, causa ou arbítrio; o universo da gratuidade, do dom, da graça, para lá da necessidade e do constrangimento. Pensar a criação como jogo coloca-nos no coração de um dinamismo de transcendência que nos atravessa, nos constrói e nos significa uma Alteridade que, no seu Algures Absoluto, paradoxalmente nos constitui. Falta, então, perceber o que o jogo diz de verdade sobre a criatura humana e perceber também o poder deste existencial de dizer algo de Deus e do que está em jogo na criação. É o objectivo do presente estudo.
The hypothesis of this study is that the category of the "game" should be considered as an epistemological and hermeneutic element for thinking theologically about creation. From this hypothesis are certainly derived implications for an understanding of the cosmos and of all creatures, particularly the human creature – this is what I wish to show – but also implications for how God is represented. From a theological perspective, thinking of creation as a game leads to the appearance, in all its singularity, of the universe of the freedom of Creation, of the creatures of the Creator, irrespective of any kind of end, cause or will; the universe of gratuity, of gift, of grace, irrespective of necessity and of constraint. Thinking of creation as a game places us at the heart of a dynamism of transcendence which crosses us, builds us and means to us an Otherness which, in its Absolute Somewhere, paradoxically constitutes us. What is missing, then, is an understanding of what the game tells us of truth about the human creature and also an understanding of the power of this existential being to say something of God and of what is at work in the game of creation. This is the aim of the present study.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/8779
ISSN: 0253-1674
Aparece nas colecções:RD - 2007 - Vol. 037 - Fasc. 1

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