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Título: O acesso a outrem como si no seu aí
Autor: Caeiro, António de Castro
Data: 2008
Editora: Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa
Citação: CAEIRO, António de Castro - O acesso a outrem como si no seu aí. Didaskalia. Lisboa. ISSN 0253-1674. 38:1 (2008) 227-256
Resumo: O horizonte de acontecimento dos outros é fundamentalmente constitutivo do AÍ do SER O AÍ, DASEIN, aquele ente que desde sempre nós de cada vez somos no cuidar de nós a ser o nosso por ser. Não é, por isso, um horizonte avulso interpretado pela analítica existencial temporal do Dasein. É, antes, estruturante do nosso ser enquanto o ACESSO ao AÍ em que de cada vez somos a existir. Visa-se, assim, compreender as múltiplas maneiras de os outros serem connosco e, portanto, abrir às diversas maneiras de se dizer o outro. Para o efeito concentrar-nos-emos primeiro em Ser e Tempo, onde o outro como horizonte é analisado e interpretado, quase que apenas para ser posto como problema e ser levantada a sua questão. Depois ensaiaremos uma radicalização deste horizonte através da sua eclosão explícita como atmosfera, cadência, vibração e onda disposicionais a partir de outras estâncias posteriores no caminho do pensamento de Martin Heidegger. Também aqui ainda se anda à procura do outro na especificidade do seu acontecer a alagar (e a alastrar por) toda a nossa existência, mas já interpelado na peculiariedade do nosso acesso à dimensão em que ele verdadeiramente pode ser.
The horizon of happening of other people marks a fundamental constituent of the THERE of BEING THERE, DASEIN, that which we have always been whenever we think of ourselves as being our because of our being. Hence it is not a separate horizon interpreted through an existential temporal analytical process of Dasein. Rather, it is a structuring factor in our being as an ACCESS to the THERE in which in existing we are ever present. The aim is, thus, to understand the manifold ways in which others may be with us, and therefore to open up the various ways of speaking of the other. To this effect we begin by concentrating on Being and Time, where the other as an horizon is analysed and interpreted almost with the sole purpose of putting it as a problem, so that the issue can be raised. What follows is an attempt to radicalise this horizon through its explicit emergence as tendencies towards atmosphere, cadence, vibration and wave, parting from later positions along the lines of Martin Heidegger. Here too we search for the other in the specificity of his happening in flooding (and in spreading through) our entire existence, but now questioned in the peculiarity of our access to the dimension in which he may truly be.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/8660
ISSN: 0253-1674
Aparece nas colecções:RD - 2008 - Vol. 038 - Fasc. 1

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