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Título: Falar da criação no Egipto e no Antigo Testamento
Autor: Carreira, José Nunes
Data: 2008
Editora: Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa
Citação: CARREIRA, José Nunes - Falar da criação no Egipto e no Antigo Testamento. Didaskalia. Lisboa. ISSN 0253-1674. 38:1 (2008) 153-175
Resumo: Falar da criação remete para os confins do tempo e do espaço, do que ninguém presenciou e só pode imaginar. Claudicam experiência e razão. Só a intuição e o discurso simbólico do mito se aventuram a recuar aos primórdios do tempo. O mais óbvio é transpor a experiência da produção de coisas novas para as origens. Novos seres vivos aparecem por geração; novos artefactos por trabalho; novas obras e situações pela ordem de quem manda. Antes do Antigo Testamento, já os Egípcios tinham recorrido às duas mais óbvias formas de criação – por geração e por trabalho. Em ambas as culturas, a acção divina de criar exprime-se numa paleta de verbos (gerar, criar, fazer, formar, etc.) e de géneros literários – formas simples, hino e relato. É que, ao contrário do que pensou S. Tomás de Aquino, nenhum termo é apropriado e nenhum nem o seu conjunto é suficiente.Todo o esforço conceptual e verbal não podia passar de aproximações.
Speaking of creation takes us back to the limits of time and space, at which nobody was present and which can only be imagined. Experience and reason let us down. Only intuition and the symbolic discourse of myth may dare to go back to the beginnings of time. The most obvious thing to do is to transport experience of the production of new things to origins. New living beings appear through generation; new artefacts through work; new works and situations by order of whoever commands. Before the Old Testament, the Egyptians had already turned to the two most obvious forms of creation – through generation and through work. In both cultures, the divine action of creation is expressed through a pallet of verbs (generate, create, make, form, etc.) and of literary genres – simple forms, the hymn and the report. It is that, contrary to what St. Thomas Aquinas thought, no term is appropriate and none even as a set is sufficient. Every conceptual and verbal cannot go beyond approximations.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/8649
ISSN: 0253-1674
Aparece nas colecções:RD - 2008 - Vol. 038 - Fasc. 1

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