Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/8496
Título: Atitudes e práticas dos professores face à inclusão de alunos com necessidades educativas especiais
Autor: Silva, Maria Deolinda Oliveira
Orientador: Ribeiro, Célia
Carvalho, Anabela
Palavras-chave: Necessidades Educativas Especiais
Integração
Inclusão
Atitudes e Práticas dos Professores
Special Needs Education
Integration
Inclusion
Teachers’ Attitudes and Practice
Data de Defesa: 2011
Resumo: Este trabalho surge num momento em que questões como inclusão educativa, atitudes e práticas inclusivas têm tido evidência crescente, nomeadamente, no ensino básico. É necessário atender à diversidade, uma realidade cada vez mais comum no interior das salas de aulas, considerando-a não como um obstáculo mas como uma fonte enriquecedora do processo educativo, bem como à inclusão, temática de particular relevância no nosso sistema educativo, uma vez que a partir dela se pode idealizar a educação como uma via propícia para concretizar princípios de igualdade. Neste sentido, importa perceber se os professores estão a conseguir uma efectiva flexibilização e diferenciação de práticas nas escolas ou se pelo contrário continuam entrincheirados entre rotinas, adiando a possibilidade de edificar uma verdadeira escola inclusiva. Neste contexto, a presente investigação centrou-se na problemática: quais as atitudes e práticas dos professores dos 2º e 3º ciclos face à inclusão de crianças e jovens com Necessidades Educativas Especiais (NEE) na sala de aula? Para o efeito, a metodologia centrou-se em torno das bases da investigação quantitativa, incluindo a aplicação de um questionário a 105 docentes do 2.º e 3.º Ciclos de três Agrupamentos de Escolas do Concelho de Viseu. Como principais conclusões podem-se destacar os dados que confirmam e reforçam as atitudes e práticas dos professores favoráveis à inclusão de alunos com NEE. Constata-se que o conceito de educação inclusiva é influenciado pelas variáveis “sexo” e “outras formações”, sendo os professores do sexo masculino e os que têm uma formação complementar à de base aqueles que mais se orientam por este conceito. Verifica-se ainda, que o mesmo conceito também é influenciado pelo tempo de serviço e pelo tempo de experiência com alunos com NEE, sendo os professores com 6 a 10 anos de serviço e com o mesmo tempo de experiência com NEE os que regem, de forma mais frequente, as suas atitudes e práticas pelo conceito de educação inclusiva. Pode-se concluir que de uma maneira geral as práticas existentes na escola se guiam por atitudes inclusivas, contudo ainda há um caminho a percorrer para melhorar o que é proclamado para a educação inclusiva.
This work comes at a time when issues such as inclusive education, inclusive attitudes and practices have been growing evidence, particularly in basic education. It is necessary to attend to the diversity, an increasingly common reality within the classroom, considering it not as an obstacle but as a source of enriching the educational process as well as the inclusion, issue of particular relevance in our educational system, once through it you can perceive education as a propitious way to achieve the principles of equality. In this sense, it is important to understand if teachers are being able to achieve an effective flexibility and differentiation of practices in schools or whether they remain entrenched between routines, postponing the possibility of building a truly inclusive school. In this context, this research is focused on the question: what are the attitudes and practices of the teachers of 2nd and 3rd cycles towards the inclusion of children and youth with special educational needs (S.E.N.) in the classroom? For this purpose, the methodology was focused on the bases of quantitative research, including the application of a questionnaire to 105 teachers of the 2nd and 3rd cycles of three Major Groups of Schools from the Municipality of Viseu. As main conclusions, we can detach the data, which confirm and reinforce the attitudes and practices in favor of the teachers towards the inclusion of students with S.E.N. It appears that the concept of inclusive education is influenced by the variables "sex" and "other training", being the male teachers and those who have additional training the ones who are mostly guided by this concept. Moreover, it turns out that the same concept is also influenced by the length of service and the length of experience teaching students with S.E.N., being the teachers with 6 up to 10 years of service and with the same length of experience with these type of students the ones who more frequently rule their attitudes and practices by the concept of inclusive education. It can be concluded that in general the practices in the school are guided by inclusive attitudes, yet there is still a long course to make in order to improve what is proclaimed for inclusive education.
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/8496
Aparece nas colecções:DEGS - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations
R - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations

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