Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/8478
Título: Estudo teórico e do campo sobre o desejo de imortalidade simbólica, segundo R. J., Lifton, em doentes com infecção VIH/SIDA
Autor: Pinto, Isabel Maria Guimarães Matias
Orientador: Serrão, Daniel
Palavras-chave: Ansiedade face à morte
Desejo de imortalidade simbólica
VIH
SIDA
Death Anxiety
Sense of Symbolic Immortality
HIV
AIDS
Data de Defesa: Mar-2008
Resumo: O presente estudo procurou investigar a relação entre o desejo de imortalidade simbólica R. J. Lifton (1979) e ansiedade face à morte em infectados por VIH/SIDA, bem como a influência de determinadas variáveis como o sexo, idade, estado civil, consumo de drogas, via de transmissão e tempo de infecção VIH, religiosidade/espiritualidade e local de seguimento no Hospital Joaquim Urbano no Porto (internamento, centro terapêutica combinada e consulta externa). Foram administrados um questionário sócio-demográfico, a Sense of Simbolic Immortality Scale (SSIS) de Drolet (1990) e a Death Anxiety Scale (DAS) de Templer (1970) a uma amostra de 61 infectados por VIH (42 homens e 19 mulheres) com idades entre os 25 e os 50 anos. Os resultados do estudo apontam para uma correlação negativa entre o desejo de imortalidade simbólica e ansiedade perante a morte, diferenças de género em relação à ansiedade perante a morte, uma correlação negativa entre tempo de infecção e ansiedade perante a morte. Os infectados VIH internados apresentaram maior ansiedade perante a morte e menor desejo de imortalidade simbólica do que infectados seguidos noutros serviços. Tendo em conta a via de infecção verificou-se que aqueles que se infectaram por partilha de seringas apresentaram menor ansiedade perante a morte do que os que se infectaram por via sexual. Constatou-se ainda que infectados VIH com convicções religiosas ou espirituais apresentam maior ansiedade perante a morte do que os não religiosos. Por fim são discutidos os resultados, apresentadas algumas limitações deste estudo e levantadas pistas futuras de investigação.
The present study investigated the relationship between Death Anxiety and the Sense of Symbolic Immortality in people who live with human immunodeficiency virus (HIV), as well as the influence of sex, age, civil state, consumption of drugs, ways of transmission, time of HIV infection, religiosity/spirituality and treatment in the Hospital Joaquim Urbano in Oporto (internment, combined therapeutical center and external appointments). A socio-demographic questionnaire related to the Sense of Symbolic Immortality Scale (SSIS) of Drolet (1990) and Death Anxiety Scale (DAS) of Templer (1970) was presented to a sample of 61 HIV positive (42 men and 19 women) with ages between 25 and 50 years old. The results of the study point to a negative correlation between the sense of symbolic immortality and death anxiety, differences between sexes in relation with death anxiety, and a negative correlation between infection time and death anxiety. The interned HIV positive patients showed higher levels of death anxiety and a minor sense of symbolic immortality, compared to other patients followed in different services of the hospital. In what concerns the means of infection, it was verified that those who where infected by sharing syringes, showed less death anxiety than the patients who got ill through sexual transmission. It was also concluded that HIV infected people, with religious or spirituals beliefs, show greater death anxiety than the non-religious ones. Finally, the results were discussed, some limitations of this study were presented and future tracks of investigation were raised
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/8478
Aparece nas colecções:R - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations
ICS(P) - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations

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