Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/8327
Título: UPA faz a diferança : avaliação do impacto de acções de sensibilização pró-saúde mental junto de alunos do ensino secundário particular e cooperativo
Autor: Mendes, Joana de Oliveira Duarte
Orientador: Campos, Luisa
Palavras-chave: Saúde Mental
Promoção da Saúde Mental
Estigma
Mental Health Literacy
Adolescência
school based interventions
Mental Health
Mental Health Promotion
Stigma
Mental Health Literacy
Adolescence
School based interventions
Data de Defesa: Jul-2011
Resumo: Sabe-se que um em cada cinco adolescentes experimentará, ao longo da sua vida, uma perturbação mental e, muitos mais, terão problemas psicossociais que poderão afectar diferentes áreas do seu funcionamento (Stuart, 2006). Paralelamente ao anteriormente referido, as atitudes negativas e os estereótipos relativos às perturbações mentais são, provavelmente, adquiridos ao longo da vida, emergindo na infância e permanecendo até à idade adulta (Wahl, 2002). Neste sentido, a promoção de saúde mental constitui-se uma prioridade, nomeadamente, junto dos jovens. A presente investigação, integra o projecto “UPA FAZ A DIFERENÇA – Acções de Sensibilização Pró-Saúde Mental”-, e tem como objectivo geral avaliar o impacto de uma intervenção de sensibilização pró-saúde mental, num grupo de alunos do ensino secundário particular e cooperativo. A amostra foi constituída por 212 alunos do ensino secundário, de duas instituições de ensino particular e cooperativo, tendo sido obtidos, aleatoriamente, dois grupos – grupo experimental (GE - N=90) e grupo de controlo (GC - N=92). O GE participou nas acções de sensibilização constituídas por duas sessões, de 120 minutos, com intervalo de uma semana. Para avaliação do impacto das acções, seguiu-se uma metodologia do tipo pré-pós, através da aplicação do questionário “UPA Faz a Diferença: Percepções de alunos face a problemas de saúde mental” no GE, no início da 1ª sessão e final da 2ª; bem como no GC, nos mesmos momentos do GE. Os resultados indicaram um aumento nas percepções de conhecimentos, bem como uma diminuição das percepções estigmatizantes no GE, não se verificando o mesmo no GC. Quanto às intenções comportamentais, evidenciou-se uma diminuição na procura de ajuda no GE e GC, enquanto que a predisposição para ajudar alguém com problemas de saúde mental no GE manteve-se no pós-teste, podendo estes resultados estar associados com a percepção do aluno, após as acções, da possibilidade de desempenhar um papel proactivo na sua própria saúde mental e na de outros. Este estudo pretende contribuir para a sistematização de intervenções centradas na promoção de saúde mental, junto de públicos-alvo, tais como os jovens; bem como informar e orientar para necessidades futuras de intervenção neste âmbito.
It is known that one in each five teenagers, will experience, throughout their life, a mental disorder, and, many more, will have psychosocial problems which may affect different areas of its actions (Stuart, 2006). In parallel to what was stated before, the negative attitudes and the stereotypes related to the mental disorders are, probably, acquired through life, appearing in childhood and remaining until adulthood (Wahl, 2002). Hence, the promotion of mental health is a priority, namely, among youngsters. The present research integrates into the project “UPA FAZ A DIFERENÇA – Acções de sensibiliação pró-saúde mental -, and aims to assess the impact of an intervention meeting pro-mental health, in a group of students of private and cooperative secondary schools. The sample was constituted by 212 high -school students of two institutions of private and cooperative education, and two groups were formed randomly – experimental group (EG - N=90) and group of control (CG - N=92). The EG took part in the actions constituted by two sessions, of 120 minutes, with a week interval. It was used a pre-post methodology to assess the impact of the actions, through the application of the “UPA FAZ A DIFERENÇA: Percepções de alunos face a problemas de saúde mental” questionnaire in the EG, in the beginning of the first session and at the end of the second one, as well as in the CG, on the same occasions of the EG. The results showed an increase in the perceptions of knowledge as well as a decrease of the stigmatizing perceptions in the EG; this didn´t happen in the CG, however. In regard to the behavioural intentions, there was a decrease in the search of help in the EG and CG, whereas an increase in the number of students who predisposed to help someone with mental health disorders in EG remained in the post-test; these results may be associated with the student perception, after the actions, of the possibility of playing a proactive role both in his/her own mental health and the others. This study aims to contribute to the systematization of interventions centred on the promotion of mental health targeted at young people, as well as at informing and guiding for the future needs of intervention in this area.
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/8327
Aparece nas colecções:R - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations
FEP - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations

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