Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/8299
Título: Mao, China y los “Otros” : representación de los Yizu (异族) o extranjeros occidentales en los carteles de propaganda durante la República Popular de China : 1949-1976
Autor: Puertas Hernández, Beatriz
Orientador: Alves, Jorge Santos
Ollé Rodríguez, Manel
Data de Defesa: 2011
Resumo: Con el triunfo de Mao, la identidad china quedó perfilada a fuerza de lema incesante y propaganda ubicua. Frente a la nación, se distinguían los "Otros", diferenciados entre países amigos - hermanos socialistas - y países enemigos Yizu (异族) - o demonios imperialistas y capitalistas. En este trabajo analizaremos la imagen de los occidentales promovida entre 1949 y 1976 utilizando el medio que circuló masivamente para forjar esta oposición binaria: el póster de propaganda. Este catalizador adoctrinará a la población - mayoritariamente analfabeta - y hará resucitar sentimientos de humillación del pasado. Además, se heredará la visión del extranjero como bárbaro e invasor. ¿Por qué estudiar estos carteles? Por su alto simbolismo político. Autoridad y belleza se funden en estas imágenes cuya vibrante cultura visual - avalada en casos por pintores de reconocido talento - no ha recibido la merecida atención académica. ¿Por qué analizar la representación de extranjeros-occidentales? Porque dentro de esos "Otros" estamos nosotros y debemos investigar cómo fuimos vistos para comprender lo que hoy representamos. El eco del otrora resonó con fuerza durante el maoísmo y reverberará hasta los 90, en lemas como el "atraso lleva a la derrota". Había que usar el pasado para servir al presente, usar lo extranjero para servir a China.
Com o triunfo de Mao, a identidade chinesa foi perfilada à custa de lemas incessantes e propagandas ubíquas. À frente da nação, também se distinguiam os "Outros", desta vez distinguidos entre países amigos – os irmãos socialistas – e países inimigos Yizu (异族) – seguindo a dialética revolucionária socialista. Através desta tese pretende analisar-se a imagem dos estrangeiros ocidentais promovida entre 1949 e 1976 utilizando o meio que circulou massivamente de forma a forjar esta oposição binária: o cartaz de propaganda. Este catalisador visual servirá para que o poder possa doutrinar a população - maioritariamente analfabeta - e ajudará a ressuscitar sentimentos de humilhação do passado. Herdarse- á também a visão do estrangeiro como bárbaro e invasor. Porquê a centralização nos cartazes de propaganda? Antes de mais pelo seu simbolismo político. Nestes, o reflexo da autoridade e o reflexo da beleza fundem-se num mesmo ato, pelo que se tentará contribuir com novas óticas de análise e defender a vibrante cultura visual originada em muitos casos por pintores de reconhecido talento. Porquê analisar a representação dos estrangeiros ocidentais? Porque no seio desses "Outros" estamos também nós, e torna-se necessário investigar como fomos vistos de forma a compreender o que hoje representamos. Comprovar-se-á que o eco de acontecimentos históricos do passado se repercutirá com intensidade durante o regime maoista e a sua potência fará com que se reverberem até aos anos 90, com palavras de ordem como "o atraso leva à derrota". Afinal, era necessário utilizar o passado para servir ao presente, utilizar o estrangeiro para servir à China.
With the triumph of Mao, the construction of a Chinese identity was profiled at the cost of incessant lemmas and ubiquitous advertising. In front of the nation one could also distinguish the "Others", this time differentiated between friendly countries – the socialist brothers – and adversary countries – or the imperialistic and capitalistic demons Yizu (异族) – following the socialist revolutionary dialectics. This dissertation aims to analyze the image of the western foreigners promoted between 1949 and 1976, using the method that Mao himself has putted massively into circulation, in a way to forge this binary opposition: the propaganda poster. This visual promoter will help the government to instruct the population, mainly illiterate, and it will help to revive feelings of humiliation caused by lost wars and by the imposition of unequal treatment forms. From the past it will also be inherited the vision of the foreigner as a barbarian and invader and in this way will be seen the imperialistic enemy. Why the centralization on the propaganda posters? First of all, because of its political symbolism. On these, the reflection of authority and the reflection of beauty are merged in the same act, and that is why one will try to contribute with new optics of analysis and defend the vibrant visual culture originated in many cases by painters of recognized talent. Why the analysis of the representation of the western foreigners? Because among those "Others" we are also present, and it becomes necessary to investigate how were we seen in a way to understand what we represent nowadays. It will be corroborated that the echo of historical events in the past will resound intensively during the Maoist regime and its power will cause them to reverberate till the 90‘s, with watchwords like "the lag leads to defeat". After all, it was necessary to use the past to serve the present, use the foreigner to serve China.
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/8299
Aparece nas colecções:R - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations
IEO - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations

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