Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/7288
Título: Quantos calcanhares tem Aquiles? Balanço de fragilidades da educação e formação de adultos em Portugal
Autor: Amorim, José Pedro
Azevedo, Joaquim
Coimbra, Joaquim Luís
Imaginário, Luís
Data: 2006
Citação: AMORIM, José Pedro ...[ et al. ] - Quantos calcanhares tem Aquiles? Balanço de fragilidades da educação e formação de adultos em Portugal. In Congresso Internacional de Formação da Galiza/Norte de Portugal, 8, Porto, Portugal, 12 - 13 Outubro, 2006. - Actas do VIII Congresso Internacional de Formação para o Trabalho Norte de Portugal/Galiza: Os desafios das novas oportunidades de aprendizagem ao longo da vida: orientar - qualificar - certificar". [S.l.] : Instituto do Emprego e Formação Profissional, Direcção Regional do Norte. ed. lit. 2007. ISBN 978-989-638-006-9. p. 121-128
Resumo: A premência da educação e formação de adultos (EFA) em Portugal, conjugada com a entrada num período (2007-2013) abrangido por um novo programa operacional, aconselha um balanço das fragilidades do sistema EFA dirigido a uma população formalmente pouco qualificada, designadamente em duas ofertas basilares: os cursos EFA e o Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC). Balanço porquanto se afigura essencial que a sinalização e a discussão das fragilidades sirva a melhoria das práticas e, então, se imprima nova força a este desígnio que se quer totalmente difundido pela sociedade portuguesa. É neste sentido, também, que surge a metáfora paradoxal do calcanhar de Aquiles, isto porque a fraqueza de natureza mitológica que a ele se associa pouco ou nada condiz com a sua consabida resistência. A reflexão versará aspectos da estrutura do sistema referido, da mobilidade e progressão que possibilita aos seus aprendentes, da articulação entre as ofertas, bem como da adequação do instrumento que norteia a intervenção: o renovado referencial de competências-chave. A partir desta base, analisar-se-ão duas metodologias nevrálgicas dos cursos EFA: o reconhecimento e validação de competências, por um lado, e os temas de vida, por outro. Quanto ao processo de RVCC, enquanto certificação de competências apenas escolares, questionar-se-á a sua capacidade de contrariar a situação social profundamente deficitária que ainda se mantém. Decorrerá daí uma interrogação que nos parece crucial: o que fazer com o sem-número de candidatos a formação que nunca deixam de o ser, pelo facto de não reunirem as condições de partida necessárias à realização deste processo?
Peer review: no
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/7288
Aparece nas colecções:FEP - Artigos em actas / Papers in proceedings

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