Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/21202
Título: “Imprudentia Maxima”: fray Manuel de Asunción y su crítica de la actuación de los Jesuitas en Etiopia
Outros títulos: “Imprudentia Maxima”: frei Manuel de Asunción e a sua crítica à atuação dos jesuítas na Etiópia
“Imprudentia Maxima”: Friar Manuel de Asunción and his criticism of jesuit behaviors in Ethiopia
Autor: Cohen, Leonardo
Palavras-chave: Jesuitas
Agustinos
Misión
Etiopía
Jesuítas
Agostinhos
Missão
Etiópia
Jesuits
Augustinians
Missions
Ethiopia
Data: Dez-2015
Editora: Centro de Estudos de História Religiosa - Universidade Católica Portuguesa
Citação: COHEN, Leonardo – “Imprudentia Maxima”: fray Manuel de Asunción y su crítica de la actuación de los jesuitas en Etiopia = “Imprudentia Maxima”: frei Manuel de Asunción e a sua crítica à atuação dos jesuítas na Etiópia = “Imprudentia Maxima”: Friar Manuel de Asunción and his criticism of jesuit behaviors in Ethiopia. Lusitania Sacra. Lisboa. ISSN 0076-1508. 2ª S. 32 (Jul. - Dez. 2015) 81-104
Resumo: Una larga tradición historiográfica juzga el fracaso de la misión jesuita en Etiopía como producto de la rigidez, intolerancia y estrechez de miras propia de los misioneros de la Compañía de Jesús y su liderazgo. Este artículo procura hacer notar que esta visión estaba ya presente en círculos católicos antes de que circulase más ampliamente a través de la obra de autores de origen escocés como Michael Geddes y James Bruce durante fines del siglo XVII y principios del siglo XVIII. Aparentemente, esta crítica tiene como trasfondo la rivalidad entre las diversas órdenes. El texto que presentamos en el presente artículo es una breve epístola dirigida a las autoridades de la Sacra Congregatio de Propaganda Fide en 1637, en la que se les adjudica a los misioneros jesuitas haber actuado con un alto grado de imprudencia e intolerancia frente a las antiguas costumbres de la Iglesia local. El artículo analiza el contenido de dicho documento, ubicándolo dentro del contexto religioso e histórico en el que fue formulado.
Uma longa tradição historiográfica considera o fracasso da missão jesuíta na Etiópia como resultado da rigidez, intolerância e estreiteza de vistas dos missionários da Companhia de Jesus e da sua liderança. Este artigo tem procura notar que esta visão já estava presente nos círculos católicos antes mesmo da sua mais ampla circulação através do trabalho de autores escocesas como Michael Geddes e James Bruce no final do século XVII e no início do XVIII. Aparentemente, esta crítica tem como pano de fundo a rivalidade entre as várias ordens. O texto apresentado neste artigo é uma breve carta dirigida às autoridades da Sacra Congregatio de Propaganda Fide em 1637, na qual se acusam os missionários jesuítas de terem agido com um alto grau de imprudência e de intolerância face às tradições da Igreja local. O artigo analisa o conteúdo desse documento, situando-o no contexto religioso e histórico em que foi formulado.
A long historiographical tradition considers the Jesuit mission’s failure in Ethiopia as a result of the rigidity, intolerance, and narrow-mindedness of the missionaries of the Society of Jesus and its leadership. This article wishes to state that this opinion was already present in Catholic circles before it circulated to wider audiences through the work of Scottish-born authors Michael Geddes and James Bruce during the late seventeenth and early eighteenth century. Apparently, this criticism includes in its background the rivalry between the various religious orders. The text presented in this article is a short epistle directed to the authorities of the Sacra Congregatio de Propaganda Fide in 1637, which accused the Jesuit missionaries of having acted with a great degree of recklessness and intolerance toward the local Church’s ancient customs. The article analyzes the document’s contents, placing them within the religious and historical context in which they were formulated.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/21202
ISSN: 0076-1508
Aparece nas colecções:RLS - Tomo 032 (2015)

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