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Título: Rituais do espetáculo de ciclismo: hierarquias e seu significado
Autor: Santos, Ana
Palavras-chave: Espetáculo
Ritual
Ciclismo
Media
Identidade
Cultura
Spectacle
Cycling
Identity
Culture
Data: 2012
Editora: CECC - BOND
Citação: SANTOS, Ana – Rituais do espetáculo de ciclismo: hierarquias e seu significado. Comunicação & Cultura. Lisboa. ISSN 1646-4877. 13 (Primavera-Verão 2012) 53-75
Resumo: A escala da visibilidade mediática conseguida pelo Tour de França face à Volta a Portugal em bicicleta é o ponto de partida para questionar as hierarquias sociais, políticas e económicas que nas cerimónias do pódio se evidenciam e se celebram. Pretende-se também, a partir do estudo comparativo entre o Tour e a Volta, aplicar o programa teórico da interação ritual de Randall Collins, a fim de questionar a exclusão do espetáculo desportivo da categoria dos rituais formais e contrariar a ideia de «artificialidade da experiência vivida» aplicada pelo autor à participação neste tipo de rituais. Para contrariar esta ideia ligada à artificialidade da experiência, proponho uma análise comparativa entre a Volta e o Tour para demonstrar que nenhum destes rituais é autónomo e independente do desejo de identificação e de identidade por parte dos atores sociais, dos grupos ou das comunidades que se envolvem quer na sua organização, quer na festa que o seu espetáculo constitui.
The scale of media visibility which the Tour de France has been able to attain, when compared to the Volta a Portugal, is the starting point for this questioning of the social, political and economic hierarchies, which become evident and are celebrated through the ceremonies that take place on the podium. In this comparative study of the Tour and the Volta, I also aim to apply the Randal Collins theoretical framework of ritual interaction, analysing the exclusion of sport spectacles from the category of formal rituals and counter the idea of the “artificiality of lived experience” deployed by the author in relation to participation in these kinds of rituals. To question this notion of the artificiality of experience, I propose a comparative analysis of the Volta and the Tour, seeking to demonstrate that neither of these rituals is autonomous or independent from the desire for the identification and identity of the social actors, groups or communities involved in their organization or in the celebration that is instituted by their spectacle.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/18109
ISSN: 1646-4877
Versão do Editor: http://comunicacaoecultura.com.pt/wp-content/uploads/03.-Ana-Santos.pdf
Aparece nas colecções:RCC - 013 - 2012 - Desporto e Espetáculo

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