Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/17826
Título: Vinculação, vivência psicológica da gravidez e sintomas depressivos : comparação entre casais grávidos com filhos e sem filhos
Autor: Teixeira, Elodie Andreia Silva
Orientador: Lima, Vânia Sousa
Palavras-chave: Vinculação
Vivência Psicológica da Gravidez
Sintomatologia Depressiva
Casais com filhos e sem filhos
Attachment
Psychological Experience of Pregnancy
Depressive Symptomatology
couples with and without children
Data de Defesa: 9-Jul-2012
Resumo: O presente estudo tem como objectivo analisar o modo como cada casal (com filhos e sem filhos) percepciona a vivência psicológica da gravidez em diferentes momentos desenvolvimentais da mesma e verificar a presença de sintomatologia depressiva nos respectivos momentos, na presença ou ausência de duas modalidades psicoterapêuticas. Para a elaboração do estudo teve-se como base o pressuposto defendido por Colman & Colman (1994) de que a gravidez é um período desenvolvimental que acarreta riscos e desafios à vida da mulher e do homem. Neste sentido, dá-se especial atenção à influência dos modelos internos dinâmicos desenvolvidos através da vinculação (Treboux, Crowell & Watters, 2004) e a função que estes assumem sempre que o sujeito se deparar com desafios desenvolvimentais que exigem adaptação, como é o caso da gravidez. O estudo é constituído por quatro casais com idades compreendidas entre os 24 e 39 anos, sendo que dois casais apresentam filhos e os restantes dois não. Relativamente à metodologia dividiu-se o estudo em três momentos, sendo que no primeiro (G0) efectua-se a Avaliação Baseline, no segundo momento (G1) os casais selecionados aleatoriamente são submetidos às modalidades psicoterapêuticas e num terceiro momento (G2) é feita uma nova avaliação das mesmas variáveis. Foi possível concluir que os os casais que experienciam a gravidez pela primeira vez manifestam um maior reconhecimento de dificuldades no período após o parto, a gravidez é reconhecida pelos participantes enquanto acontecimento potenciador de crescimento e mudança e verifica-se uma maior envolvência e presença no processo gravídico dos participantes masculinos. Uma das limitações deste estudos prende-se com o número dos participantes que não permite tirar conclusões mais gerais, quer ao nível individual, quer ao nível diádico. Uma sugestão para investigação futura prende-se com a influência que o número de filhos tem aquando de uma génese de psicopatologia específica, nomeadamente depressiva.
The present study aims to examine how each couple (with and without children) perceive the psychological experience of pregnancy at different developmental times and, verify the presence of depressive symptoms, in those different moments, in the presence or absence of two psychotherapeutic modalities. The present work is based on the assumption advocated by Colman & Colman (1994) that pregnancy is a developmental period that carries risks and challenges to the life of women and men. In this context, special attention will be given to the influence of internal working models developed through attachment (Treboux, Crowell & Watters, 2004) and, the function they assume each time that the subject is faced with developmental challenges that require adjustment, as is the case for pregnancy. The study was performed on four couples aged between 24 and 39 years, two of them have children while the other two do not. Regarding the methodology, the study was divided in three different moments: in the first (G0) Baseline Assessment was carried out, during the second phase (G1) couples randomly selected were submitted to the psychotherapeutic modalities and, in the third time (G2) a reassessment of the same variables was made. Based on the results obtained, it was possible to conclude that couples who go through pregnancy for the first time express increased recognition of difficulties in the period after childbirth, pregnancy is recognized by participants as a growth and change enhancing event and a greater involvement and presence of male participants in the pregnancy process is observed. One limitation of this study is related to the number of participants, not allowing more general conclusions, both at individual and dyadic level. One suggestion for future research concerns the influence that the number of children has during a specific genesis of psychopathology, namely depression.
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/17826
Aparece nas colecções:FEP - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations
R - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations

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