Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/17803
Título: Expressividade através de formas geométricas
Autor: Oliveira, Rodrigo Carlos Dias de
Orientador: Barbosa, Álvaro
Data de Defesa: 2009
Resumo: Segundo Rudolf Arnheim, a percepção visual parte da inata capacidade humana de entender por meio do olhar e propõe-se a discutir algumas qualidades da visão, objectivando fortalecê-las e dirigi-las. O autor preocupa-se em delinear o papel da actividade artística sempre como principal instrumento de exploração da personalidade humana e ressalta que os princípios do pensamento psicológico nele expressos provêm da teoria da Gestalt. Na minha dissertação, irei analisar, partindo da cognição visual humana, como é que uma simples forma geométrica pode assumir uma enorme quantidade de atributos visuais que se classifiquem como emoções humanas. Recorrendo a aspectos como a forma, ordem e equilíbrio, pretendo demonstrar diversas possibilidades de expressão visual e de que forma é que estas estão interligadas entre si, não descartando também a ligação com o projecto final. Irei estudar e observar o funcionamento dos nossos processos perceptivos quer de formas, quer de objectos, onde a forma é o resultado da integração das informações sensoriais sobre a aparência instantânea do objecto e tem uma representação perceptiva separável das representações cognitivas do objecto. A experiência que possuímos é um factor a ter em conta na configuração perceptiva, tal como o meio que envolve a imagem que analisamos e o seu contexto. Na percepção nunca sabemos o que é o real, nem porquê.
According to Rudolf Arnheim visual perception starts on the human ability to automatically understand what surrounds him, through the eye-sight. He also challenges us to wonder which the qualities of our sight are, as well as to think about running and enhancing them. The author worries about specifying the roll of art as a main tool of exploring human personality and reminds us that the start point of the human thinking comes from Gestalt Theory. In this dissertation I shall explore how can a simple geometric shape experience a huge amount of visual meanings and how they can be classified as feelings. All of this via the understanding of the human visual cognition. Resorting to attributes such as shape, order and balance, I intend to exemplify different possibilities to visually express ourselves, as well as to explain how these connect to each other. Through rigorous study of how our perception works, we will understand how we recognize shapes. This shape is the final outcome of a mathematical sum of a numerous of mental operations, in order to understand what we see and what our brain interprets. Also, all of this will be linked with my final project named “Perplex”. The experience we build up with our age is also something to be aware of, just like our surroundings and the contexts of what are we looking at. In visual perception we can never assure what is real, what is not, nor why.
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/17803
Aparece nas colecções:EA - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations
R - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations

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