Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/17346
Título: África enquanto lugar de memória em Portugal : o espaço e o tempo nas obras de Pedro Valdez Cardoso, Vasco Araújo e Francisco Vidal
Autor: Rodrigo, Ana Margarida Sécio
Orientador: Martins, Adriana Alves de Paula
Palavras-chave: Estudos de Cultura
Memória
Tempo
História
Espaço
Visualidade
Colonialismo
Pós-colonialismo
Portugal
África
Arte Contemporânea Portuguesa
Artes Plásticas
Pedro Valdez Cardoso
Vasco Araújo
Francisco Vidal
Galeria
Jardim
Mapa
Cultural Studies
Memory
Time
History
Space
Visuality
Colonialism
Post-Colonialism
Contemporary Portuguese Art
Gallery
Garden
Map
Data de Defesa: 12-Nov-2012
Resumo: A memória assume-se enquanto território que ativa o presente na sua relação com o passado. Em Portugal, África apresenta-se como lugar onde convergem memórias individuais e coletivas, públicas e privadas, que resultam de uma relação de séculos que se inicia de forma mais efetiva com o advento dos Descobrimentos. Os vários ciclos de colonização, a ideologia do Estado Novo que coloca o império no centro dos discursos, o 25 de Abril de 1974 e o posterior processo de descolonização concorrem para que África surja no campo da representação (artística) de forma recorrente e heterogénea. Pedro Valdez Cardoso, Vasco Araújo e Francisco Vidal são três artistas plásticos portugueses, com memórias e perspetivas distintas relativamente ao continente africano, o que se repercute nas suas obras, que refletem sobre as dinâmicas identitárias e a longa relação Portugal/África, na contemporaneidade – sem descurar o passado e perspetivar o futuro – a partir de espaços como a galeria e o jardim e de um privilegiado meio de representação do espaço: o mapa.
Memory is a territory where the present is activated by its relationship with the past. In Portugal, Africa presents itself as a place where individual and collective memories, as well as public and private memories converge. These memories result from a long-term historical relationship that became more effective with the Discoveries. Aspects such as the various cycles of the Portuguese colonization, the ideology of the “Estado Novo” (“New State”) – that places the empire at the centre of discourses –, the 25th April 1974 Revolution, as well as the decolonization process, contribute to transform Africa into a recurrent and heterogeneous topic in the domain of (artistic) representation. Pedro Valdez Cardoso, Vasco Araújo and Francisco Vidal are three contemporary Portuguese artists, who have different memories and perspectives on the African continent. By projecting these memories onto their works, and by discussing spaces such as the gallery and the garden, and the map understood as a particular representation of space, they mostly reflect about identity issues, the long term relationship between Africa and Portugal nowadays, and the importance of the past and the future.
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/17346
Aparece nas colecções:FCH - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations
R - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations

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