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Título: Do PE-Backed firms underperform in the long-run? : evidence on the post-exit operating performance of PE-Backed French firms
Autor: Moreira, Carlos Miguel Magalhães
Orientador: Bunkanwanicha, Pramuan
Palavras-chave: Private Equity
Long-term value creation
Operational Performance
Criação de valor no longo prazo
Performance operacional
Création de Valeur à long terme
Performance opérationnelle
Data de Defesa: 8-Nov-2013
Resumo: Este estudo explora a performance de longo prazo de empresas intervencionadas por fundos de Private Equity utilizando uma amostra manualmente compilada de 90 empresas francesas que saíram do portefólio do fundo de Private Equity via trade sale ou IPO. Deste modo, procuramos contribuir para a compreensão dos efeitos de longo prazo dos investimentos de Private Equity nas empresas. Nos três anos posteriores à saída do fundo de Private Equity da estrutura acionista da empresa, a performance operacional da nossa amostra, em termos de EBITDA Margin, ROIC e ROA, é comparável ou ligeiramente inferior a um grupo de controlo, constituído por empresas da mesma indústria e com dimensão semelhantes. Adicionalmente, foi encontrada evidência de um maior declínio na performance no caso de saídas via trade sale, de Secondary Buy-outs e para empresas mais pequenas. Este desempenho negativo face ao grupo de controlo parece resultar de uma deterioração na gestão do fundo de maneio e na subida do peso dos custos com materiais nas vendas. Além disso, os resultados não parecem estar correlacionados com a crítica comum de que as empresas de Private Equity aumentam os seus retornos em detrimentos da rentabilidade de longo prazo das empresas que adquirem, facto evidenciado por uma evolução comparável nas vendas entre os dois grupos. Pelo contrário, os resultados são consistentes com uma erosão progressiva dos mecanismos de gestão e corporate governance introduzidos pelas empresas de Private Equity durante o período de buy-out.
Cette étude concerne la performance à long terme des entreprises acquises par des fonds de Private Equity. Avec un nouvel échantillon de 90 entreprises Françaises qui ont sortie le portefeuille des fonds de Private Equity entre 2001 et 2010, nous essayons d’améliorer la compréhension de cette problématique. Nous constatons qu’après la sortie des fonds de Private Equity, les entreprises de notre échantillon ont une évolution comparable ou légèrement plus faible en termes d’EBITDA Margin, ROIC et ROA par rapport à un groupe de control d’entreprises dans la même industrie et avec taille comparable qui n’avaient jamais été acquises par un fond Private Equity. La réduction de performance est la plus grande pour les investissements sortis par trade sale, les entreprises qui ont été rachetées par des fonds de Private Equity plus qu’une fois et aussi les plus petites entreprises. De plus, nous avons trouvé évidence que la baisse de performance est causée par une plus faible gestion des fonds de roulement et par l’augmentation des coûts de matériaux. Pour conclure, nous fournissons évidence que la réduction de performance est mieux expliquée par l’érosion des mécanismes supérieures introduits par des entreprises de Private Equity pendant la période de « buy-out » que par une exploitation opportuniste des entreprises de son portefeuille.
We study the post-exit performance of formerly PE-Backed firms using a novel hand collected sample of 90 French firms with exits either through trade sale or IPO in the period between 2001 and 2010. This study represents an attempt to improve the understanding of the long-term impact of Private Equity investments in portfolio companies. Our main finding is of a comparable to slightly worse operating performance measured by EBITDA Margin, ROIC and ROA relative to an industry and size matched control group of firms never PE-Backed in the three years post-exit. We find evidence suggesting that the decline in performance is higher for trade sales, for secondary buy-outs and for smaller firms. The relative poor performance seems to be driven by a deteriorating working capital management and rising material costs in percentage of sales. In addition, we find little support for previous criticism that Private Equity firms increase their returns at the expenses of the long-term value of portfolio companies as illustrated by the lack of significant change in sales growth adjusted by our control group. Our findings are more consistent with an erosion of Private-Equity mechanisms of improved governance, monitoring and operational efficiency.
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/16779
Aparece nas colecções:FCEE - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations
R - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations

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