Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/14589
Título: Utilização de fitofármacos na União Europeia e no Brasil – uma análise comparativa
Autor: Fonseca, Ricardo
Aguiar, Ana
Sottomayor, Miguel
Data: 2013
Citação: FONSECA, Ricardo ; AGUIAR, Ana ; SOTTOMAYOR, Miguel - Utilização de fitofármacos na União Europeia e no Brasil – uma análise comparativa. In ESADR 2013, “Alimentar Mentalidades, Vencer a Crise Global”, Évora, Portugal, 15-19 Outubro, 2013. - In CARVALHO, Maria Leonor da Silva ; HENRIQUES, Pedro Damião de Sousa ; NARCISO, Vanda (coords.) - Alimentar Mentalidades, Vencer a Crise Global – Atas do ESADR 2013. Évora: Universidade de Évora, 2013. ISBN: 978-989-8550-19-4. p. 307-328
Resumo: A utilização de fitofármacos é uma prática cultural fundamental das produções agrícolas à escala global. O tipo, a quantidade e o modo de aplicação dos pesticidas influenciam significativamente as produções e, em última análise, a competitividade das economias agrárias dos diferentes países ou blocos de países produtores, designadamente no que concerne às principais commodities agrícolas. Em razão dos potenciais efeitos ecológicos e ambientais associados à utilização de fitofármacos na agricultura, desde o início da segunda metade do século XX têm sido desenvolvidos esforços (económicos, científicos) importantes no sentido de promover o uso sustentável destes factores, através, por um lado, de instrumentos legislativos de restrição ao uso de substâncias reconhecidamente nocivas para o Ambiente ou para a saúde humana, e, por outro, promovendo o desenvolvimento de novos produtos, de efeitos prejudiciais minorados ou anulados. Com o propósito último de avaliar se, e em que medida, as restrições de política à utilização de fitofármacos podem constituir um factor relevante na competitividade das produções agrícolas em contextos geográficos diferentes, nesta comunicação faz-se uma análise comparativa exploratória Brasil/União Europeia. São descritos e analisados os enquadramentos legislativos e os dados quantitativos de utilização dos três principais grupos de pesticidas (herbicidas, insecticidas e fungicidas) nas duas origens geográficas. Tomando como referência a cultura do milho, são ainda coligidos os principais produtos disponibilizados pelos principais fabricantes de fitofármacos em ambas as zonas. Com base na informação recolhida, é efectuada a seguir uma análise de eventuais factores diferenciadores na produtividades e nos custos, com origem nas restrições de política à utilização de fitofármacos em cada região. Da análise efetuada conclui-se que, não obstante serem assinaláveis algumas diferenças (que se justificam, em grande medida, pela especificidade das condições agro-ecológicos de cada zona), os principais fitofármacos utilizados estão autorizados e disponíveis tanto no Brasil como na União Europeia, pelo que as restrições de política aos meios de protecção das culturas não se afiguram, per si, como factores diferenciadores das estruturas de custos de produção, e consequentemente da competitividade, entre as duas zona consideradas.
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/14589
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