Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/13809
Título: Traditional approaches to foreign aid versus innovative ways to tackle development at international level
Autor: Stratila, Natalia
Orientador: Pinheiro, Susana Frazão
Data de Defesa: 4-Abr-2013
Resumo: The history of foreign aid starts in colonial times when the dominant empires provided grants for infrastructure development or food aid to their colonies. The aid flows intensified after the World War II, with the successful implementation of the Marshal Plan in Europe. Despite huge amounts of money that were given especially to the African continent, results have failed to appear, leaving the continent even poorer than before. Therefore, the objective of the thesis is to understand what are the typical approaches to foreign aid and to explore the alternatives, putting an emphasis on microfinance. With the help of statistical indicators from the World Bank and Mix Market data base, an analysis was made about microfinance´ impact in four countries, namely: Bangladesh, India, Kenya and Uganda. We find that microfinance is important for the economy of all countries analyzed in the thesis. The sector outreaches directly and indirectly a significant part of the population. Besides loans, savings seem to be more significant to the African countries, rather than to the Asian ones. The Net ODA received, as a percentage of the Gross National Income is heavier for Kenya and Uganda than for Bangladesh and India; and it grew at a higher CAGR than the average loan per borrower. In the latest countries, the reverse situation is observable. In what concerns poverty reduction, all indicators decreased for the period of analysis. In Bangladesh and India, women are the main microfinance clients, with a proportion of 90%, while in Kenya and Uganda the proportion is equal to approximately 50% with a tendency to decline. The results suggest that microfinance doesn’t necessary help women enter the labor market or secure jobs. In what concerns the business sector, the number of microenterprises financed by microfinance institutions grew at higher CAGR´s than the countries´ total number of new businesses registered (with the exception of Kenya). All countries of analysis were downgraded in the World Bank Doing Business Index, when compared to their position in 2006. However, the business sector undergone significant positive changes.
A história da ajuda internacional começa nos tempos coloniais, quando os impérios dominantes forneciam às suas colónias bolsas/subsídios para o desenvolvimento da infraestrutura ou ajuda alimentar. Os fluxos de ajuda intensificaram-se depois da Segunda Guerra Mundial, com o sucesso da implementação do Plano Marshall na Europa. Apesar das enormes quantias de dinheiro que foram dadas especialmente ao continente Africano, os resultados deixaram de aparecer, deixando o continente ainda mais pobre do que antes. Por esse motivo, o objetivo desta tese é perceber quais são as abordagens típicas à ajuda internacional e explorar as alternativas, destacando a “microfinance”. Com a ajuda de dados estatísticos da base de dados do Banco Mundial e Mix Market, foi feita uma análise sobre o impacto da microfinance em quatro países, nomeadamente: Bangladesh, Índia, Quénia e Uganda. Descobrimos que a microfinance é importante para a economia de todos os países analisados na tese. O sector alcança diretamente e indiretamente uma parte significativa da população. Além de empréstimos, as poupanças parecem ser mais importantes para os países Africanos do que para os países Asiáticos. A ajuda oficial ao desenvolvimento recebida em termos líquidos e como percentagem do Rendimento Nacional Bruto é mais pesada/significativa para Quénia e Uganda do que para Bangladesh e índia, crescendo a uma taxa de crescimento anual maior do que o empréstimo médio por devedor. Nos últimos países, observa-se uma situação inversa. No que diz respeito à redução da pobreza, todos os indicadores decresceram durante o período de análise. No Bangladesh e Índia, as mulheres são o principal cliente da microfinance, com uma proporção de 90%, enquanto no Quénia e Uganda esta proporção é aproximadamente 50%, com uma tendência para decrescer. Os resultados sugerem que microfinance não ajuda necessariamente as mulheres a entrar no mercado de trabalho ou assegurar os seus postos de emprego. No que diz respeito ao sector empresarial, o número de pequenas empresas financiadas pelas instituições de microfinance aumentou a uma taxa anual de crescimento maior do que o número total de empresas registadas no país (com a exceção do Quénia). Todos os países analisados decresceram de acordo com o Doing Business Index desenvolvido pelo Banco Mundial, quando comparados com a sua posição em 2006. Contudo, o sector empresarial atravessou mudanças significativas positivas.
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/13809
Aparece nas colecções:R - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations
FCEE - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations

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