Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/13788
Título: A formação e o stress ocupacional em profissionais de saúde : um estudo com ajudantes de lar
Autor: Silva, Engrácia Elisabete Ribeiro da
Orientador: Dias, Paulo Cesar Azevedo
Palavras-chave: Stress
Burnout
Satisfação Profissional
Assistentes de Lar
Occupational Stress
Occupational Satisfaction
Caregivers
Data de Defesa: 13-Nov-2013
Resumo: O presente trabalho de investigação teve como principal objectivo avaliar os níveis de burnout, stress profissional em Ajudantes de Lar. Este tema tornou-se relevante, uma vez que o stress pode ter consequências organizacionais e pessoais, e estas revelam-se tanto ao nível intelectual como nas relações sociais e no respectivo comportamento organizacional. Este estudo foi realizado numa amostra portuguesa de 202 indivíduos ajudantes de lar, com idades compreendidas entre os 23 e os 64 anos. Para a concretização deste estudo, foi aplicado um Questionário sóciodemográfico e o – Oldenburg Burnout Inventory (OLBI Demerouti, Bakker, Vardakou & Kantas, 2003), que nos permitiu avaliar os aspectos físicos, cognitivos e emocionais da exposição prolongada a certas exigências profissionais, e a distanciação em relação ao objectivo e conteúdo da actividade profissional. Os resultados obtidos demonstraram que se verifica uma correlação negativa entre a formação profissional e a variável burnout (r= -.145, p=.039), assim como dos indicadores de exaustão e a variável grau de ensino (,001). Paralelamente, há uma relação negativa e mediana entre a idade e a escolaridade (r= - .532, p<.01). Em relação à escolaridade, os resultados apontam para baixos níveis de grau académico. Quanto maior é o nível de escolaridade menor é a susceptibilidade ao desenvolvimento de stress. Foi identificada correlação significativa entre exaustão e a carga horária (r=,039). Não foi encontrada associação significativa entre a variável burnout e a idade. Verificou-se relações estatisticamente significativas relativamente ao apoio dos supervisores/Chefia transmitido aos profissionais.
The present work of investigation as the principal objective measure levels of burnout, stress professional, at caregivers. This issue became relevant, since stress can have organizational and personal consequences, and these reveal themselves both in intellectual and social relations and in their organizational behavior. This study was conducted on a sample of 202 Portuguese individuals caregivers aged between 23 and 64 years. To the achievement of this study, we applied a sociodemographic questionnaire and - Oldenburg Burnout Inventory (OLBI Demerouti, Bakker, Vardakou & Kantas, 2003), which allowed us to assess the physical, cognitive and emotional exposure to certain professional requirements, and distancing in relation to the purpose and content of the work. The results showed that there is a negative correlation between professional education and burnout the variable (r = - .145, p = .039), as well as indicators of exhaustion and the variable level of academic Qualifications (001). In parallel, there is a negative and median relationship between age and education (r = - .532, p <.01). Regarding education, the results indicate low levels of academic degree. As higher the education level as lower the susceptibility to the development of stress. Significant correlation was found between exhaustion and workload (r =, 039). No significant association was found between burnout and age variable. There was statistically significant relationships for support from supervisors/Head transmitted professionals.
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/13788
Aparece nas colecções:FF - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations
R - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations



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