Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/13439
Título: Is small the new big? : challenges in the retailing industry
Autor: Pina, Manuel João Espinheira Magalhães
Orientador: Vale, Rita Coelho do
Matos, Pedro Verga
Data de Defesa: 10-Jul-2013
Resumo: In the last decade the Industry of Grocery retail has seen its biggest changes since distribution became organized. From the empowerment of private label products and the introduction of sophisticated loyalty programs, retailers have been able to shape the market and the preferences of their consumers. But what happens when these preferences change due to factors that fall outside retailers capabilities? This study describes the changes in an industry that seemed to reach its maturity due to a change in consumer purchasing habits for smaller store formats. Players in the grocery retail industry in Portugal that have been focusing on Hyper and Super formats are facing new challenges. Consumers start to demonstrate preference for a commerce based on proximity at the same time as they are threaten by new entrants in smaller formats and cheaper business models. We focus on the example of Meu Super, the new proximity chain of small grocery stores launched by Sonae MC in order to respond to the introduction of Amanhecer, a similar concept created by its main competitor Grupo Jeronimo Martins and adaptation of already existing brands like Dia’s group Minipreço or Spar. The problem is that for a company that holds a heavy-weight brand in the grocery retail in Portugal like Sonae may be a bigger than expected challenge to penetrate in segment with many different features that the ones where Sonae is competing in. We present a Case Study based on Meu Super strategy by Sonae to point out the main challenges and threats of this strategy and promote the discussion of whether Sonae should leverage its already successful brand Continente in order to beneficiate from its synergies, or if the choice of creating a new separate brand was the right one, taking in consideration the company’s resources and limitations.
Na última década a Indústria do Retalho Alimentar assistiu às maiores mudanças desde que a distribuição se tornou organizada. Desde o fortalecimento das marcas de distribuidor e da introdução de programas de lealdade mais sofisticados, os retalhistas tem sido capazes de moldar o mercado e os hábitos de compra dos seus consumidores. Mas o que será que acontece quando estes hábitos de consumo mudam devido a fatores que caem fora do controlo e das capacidades dos retalhistas? Este estudo descreve as mudanças numa indústria que parece estar a atingir a sua maturidade graças a uma mudança dos hábitos de compra dos consumidores para formatos de lojas mais pequenos. As empresas na indústria de retalho alimentar em Portugal que até agora tem focado em formatos “Hyper” e “Super” enfrentam um novo desafio. Os consumidores começam a demonstrar preferências por um comércio baseado na proximidade, ao mesmo tempo que são ameaçados pela entrada de novos concorrentes em formatos mais pequenos e com modelos de negócio mais baratos. Focámo-nos no exemplo do Meu Super, a nova cadeia de pequenas lojas de proximidade lançada pela Sonae MC de forma a responder à introdução do Amanhecer, conceito semelhante lançado pelo seu maior concorrente, o Grupo Jerónimo Martins, e pela adaptação das insígnias já existentes como o Minipreço do grupo Dia ou a Spar. O problema é que para uma empresa que detém o peso pesado Continente, o desafio pode ser maior do que o esperado em penetrar num segmento com características muito diferentes daquelas que definem o segmento onde se insere o Continente. Apresentamos um Case Study baseado na estratégia adotada pela Sonae em lançar o Meu Super com o objetivo de salientar os maiores desafios e ameaças desta estratégia e promover a discussão se a Sonae deveria ter aproveitado as marcas de sucesso já existentes como o Continente e assim beneficiar de sinergias, ou se a decisão de lançar uma nova marca de lojas separada daquelas já existentes foi acertada, tendo em conta as capacidades e limitações da empresa.
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/13439
Aparece nas colecções:FCEE - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations
R - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations

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