Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/12926
Título: As instituições de acolhimento sob o olhar dos profissionais que nelas trabalham: Percepções em torno da institucionalização de crianças e jovens em risco
Autor: Sá, Ana Catarina Pinto de Oliveira e
Grilo, Inês Seromenho Matos
Trigo, Luísa Ribeiro
Palavras-chave: instituições de acolhimento
Institucionalização
Representações
Profissionais
Estigma
Data: 2008
Citação: SÁ, Ana Catarina Pinto de Oliveira; GRILO, Inês Seromenho Matos; TRIGO, Luísa Ribeiro - As instituições de acolhimento sob o olhar dos profissionais que nelas trabalham: Percepções em torno da institucionalização de crianças e jovens em risco. In Congresso Internacional em Estudos da Criança, I, Braga, Portugal, 02-04 Fevereiro, 2008 - Atas eletrónicas do Congresso Internacional em Estudos da Criança. Braga: Universidade do Minho, 2008. (CD-ROM)
Resumo: Este estudo pretende dar um contributo para a compreensão do fenómeno da institucionalização de crianças e jovens em risco, tendo como ponto de partida para a reflexão as percepções de profissionais que trabalham há vários anos em instituições de acolhimento a crianças e jovens retiradas às suas famílias biológicas. Poucos são os estudos que dão voz às pessoas que trabalham nas instituições e que nelas passam uma grande parte das suas vidas. Com o presente trabalho pretendemos compreender o que pensam os profissionais que convivem directamente com crianças e jovens institucionalizados relativamente à experiência da institucionalização, às instituições de acolhimento, ao papel dos profissionais no desenvolvimento das crianças e jovens e à estigmatização das crianças e jovens institucionalizadas. Foram entrevistadas seis profissionais de uma instituição de acolhimento a crianças e jovens situada na Área Metropolitana do Porto, cujas funções eram variadas (directora, directora pedagógica, psicóloga, técnica de serviço social, auxiliares de acção educativa). O instrumento utilizado foi um guião de entrevista semi-estruturada, através do qual as entrevistadas foram inquiridas sobre: a) as representações da comunidade em relação à institucionalização e às instituições de acolhimento em geral; b) as suas próprias representações acerca desta realidade (incidindo também sobre as relações da instituição com o exterior; a autonomia/liberdade das crianças e jovens, a existência de relações privilegiadas com determinadas crianças/jovens); c) o papel dos profissionais na promoção do desenvolvimento das crianças e jovens; d) a estigmatização das crianças e jovens institucionalizadas, por parte da sociedade, da instituição e das próprias crianças e jovens.
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/12926
Aparece nas colecções:FEP - Artigos em actas / Papers in proceedings



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