Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/12480
Título: A Igreja Católica e os partidos democratas-cristãos em contextos de transição para a democracia : os casos de Portugal e Espanha : 1974-1982
Autor: Leitão, Ana Teresa Clímaco de Albuquerque
Orientador: Matos, Luís Salgado de
Data de Defesa: 2013
Resumo: A presente tese centra-se no triângulo Igreja católica/partidos democratascristãos/ Estado, tendo como objecto o estudo dos partidos democratas-cristãos como instrumento de mediação da relação da Igreja católica com o Estado nos contextos de transição para a democracia em Portugal (1974-1982) e Espanha (1975-1982). Adoptando uma perspectiva institucionalista, procuramos averiguar a estratégia política da Igreja católica face aos partidos democratas-cristãos, centrando-nos para tal nos episcopados português e espanhol. Entendemos como partidos democratas-cristãos, os partidos políticos que assumiram a referência democrata-cristã durante os processos de transição para a democracia nos países peninsulares: o Partido da Democracia Cristã (PDC) e o Centro Democrático Social (CDS), em Portugal; e os partidos de âmbito nacional da Equipo Demócrata Cristiano del Estado Español (EDCC), a Federación Popular Democrática (FDP) de Gil Robles e a Izquierda Democrática (ID) de Ruiz Giménez, e o Partido Demócrata Cristiano (PDC) de Fernando Álvarez de Miranda, que integrou, em Maio de 1977, a coligação eleitoral denominada Unión de Centro Democrático (UCD), em Espanha. Começamos por recordar as dinâmicas do triângulo Igreja católica/partidos democratas-cristãos/Estado no final dos regimes autoritários. Em seguida, analisamos o comportamento das hierarquias eclesiásticas peninsulares face ao novo Estado e à nova classe política nos respectivos países; e se apoiaram, ou porque não apoiaram os partidos democratas-cristãos em formação, em particular nas primeiras eleições de âmbito nacional. A constituição dos partidos democratas-cristãos, os seus contactos e relações com a hierarquia eclesiástica e os seus programas eleitorais são estudados com o objectivo de averiguar se foram, ou como foram um instrumento de mediação na relação da instituição eclesial com o novo Estado. Por último, averiguamos como os episcopados peninsulares se posicionam face ao novo regime, ao novo Estado em afirmação, na sua globalidade, e aos partidos constituídos.
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/12480
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