Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/10448
Título: Public intellectuals: past, present and future
Autor: Pires, Maria Laura Bettencourt
Palavras-chave: Intellectual
Public intellectual
Culture
Intellectual discourse
Intelectual
Cultura intelectual
Intelectual público
Discurso intelectual
Data: 2009
Editora: Bond
Citação: PIRES, Maria Laura Bettencourt – Public intellectuals: past, present and future. Comunicação & Cultura. Lisboa. ISSN 1646-4877. 7 (Primavera-Verão 2009) 115-130
Resumo: This article addresses the various roles public intellectuals have played along the times and issues surrounding their positions in the past and in democratic societies in the twenty-first century and in the future. The title is intended to highlight that no specific chronological limits are considered for the subject. It also does not offer any new interpretation of the topic or a polemical statement that departs from arguments others have made. Although intellectual culture includes diverse skills and forms of knowledge, it can be reduced to the ability to argue, to reflect, to analyze, to criticize, to formulate and contest ideas. And, as Michael Oakeshott, in his essay “The role of poetry in the conversation of mankind” so originally taught us, it takes a command of intellectual discourse and its generalizing vocabularies to implement them effectively enough to intervene in the conversation of one’s culture, as public intellectuals should do.
Este artigo analisa os vários papéis que os intelectuais públicos têm representado ao longo do tempo e a sua posição no passado e nas sociedades democráticas do século xxi e do futuro. O título indica que, nesta análise, não são consideradas balizas temporais específicas. Não se tratando de um artigo de opinião, não se apresenta uma nova interpretação do tema ou uma opinião polémica que se afaste das de outros estudiosos. Embora a cultura intelectual inclua diversas capacidades e formas de conhecimento, ela pode, também, definir-se, de forma sintética, como o talento para reflectir, analisar, criticar e exprimir e contestar ideias. E, tal como Michael Oakeshott, no seu ensaio «O Papel da Poesia nos Diálogos da Humanidade», tão bem nos ensinou, requer-se o domínio de um discurso intelectual e dos seus vocabulários abrangentes para os implementar suficientemente bem para poder intervir na nossa cultura, tal como os intelectuais públicos deviam fazer.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/10448
ISSN: 1646-4877
Versão do Editor: http://cc.bond.com.pt/wp-content/uploads/2010/07/07_06_Maria_Laura_Bettencourt_Pires.pdf
Aparece nas colecções:RCC - 007 - 2009 - Intelectuais e média

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