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degois.publication.firstPage135por
degois.publication.lastPage155por
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleComunicação & Culturapor
dc.relation.publisherversionhttp://comunicacaoecultura.com.pt/wp-content/uploads/2010/07/01_07_Marcos_Farias_Ferreira.pdfpor
dc.contributor.authorFerreira, Marcos Farias-
dc.date.accessioned2013-04-29T13:52:36Z-
dc.date.available2013-04-29T13:52:36Z-
dc.date.issued2006-
dc.identifier.citationFERREIRA, Marcos Farias - Nation as narration: the (de)construction of “Yugostalgia” through Kusturica’s cinematic eye. Comunicação & Cultura. Lisboa. ISSN 1646-4877. 1 (Primavera-Verão 2006) 135-155por
dc.identifier.issn1646-4877-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/10368-
dc.description.abstractThis essay explores Kusturica’s cinema, mainly Underground (1995), in order to unearth the processes of identity construction and deconstruction in the Yugoslavia of the 1990s. It must be located at the specific crossroads where international (political) studies meet cultural studies according to a renewed interest in social ontologies, i.e. for identity and ideational phenomena at large as producing a web of intersubjective meanings which ultimately give substance and texture to the social world. I therefore draw on Cohen-Séat’s elaboration of film in terms of cinematic fact in order to clarify Homi Bhabha’s theory of the nation as a form of cultural elaboration and narrativity. Given that mass communication is nowadays integral to an understanding of a nation’s horizon, the mind’s eye of the filmmaker consequently becomes a first order mediator in reading and narrating the nation.por
dc.description.abstractO objectivo deste artigo é o de explorar o cinema de Kusturica, e em especial Underground (1995), no sentido de destacar os processos de construção e desconstrução da identidade na Jugoslávia dos anos de 1990. Situa-se, por isso, na encruzilhada em que os estudos (políticos) internacionais se cruzam com os estudos culturais, o que corresponde a um interesse renovado pelas ontologias sociais, i.e. pela identidade e todo o tipo de fenómenos ideacionais que produzem uma teia de significados intersubjectivos responsáveis por dar substância e textura ao universo social. Tomo assim como ponto de partida a noção de facto cinemático, da autoria de Cohen-Séat, para tornar mais clara a teoria de Homi Bhabha de que a nação é uma forma de elaboração cultural e narratividade. Uma vez que a comunicação de massas é hoje parte integrante na compreensão do horizonte de uma nação, a perspectiva do realizador de cinema torna-se um mediador privilegiado na leitura e narração da nação.-
dc.language.isoengpor
dc.publisherQuimerapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectBalkanismpor
dc.subjectCinemapor
dc.subjectKusturicapor
dc.subjectNarrativitypor
dc.subjectYugoslaviapor
dc.subject“Yugostalgia”por
dc.subjectBalcanismo-
dc.subjectCinema-
dc.subjectJugoslávia-
dc.subject“Jugostalgia”-
dc.subjectNarratividade-
dc.titleNation as narration: the (de)construction of “Yugostalgia” through Kusturica’s cinematic eyepor
dc.typearticlepor
dc.peerreviewedyespor
degois.publication.volume1: A cor dos mediapor
Aparece nas colecções:RCC - 001 - 2006 - A cor dos media

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