Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/10239
Título: Présence et action de l’Église dans les sociétés occidentales en voie de sécularisation: analyses et suggestions cinquante ans après Vatican II
Autor: Legrand, Hervé
Palavras-chave: antropologia cristã (historicidade)
estética cristã
Evangelho e moral
inculturação
Lumen Gentium 8
secularização
sinodalidade
Vaticano II
vocação ao ministério
Christian anthropology (historicity)
Christian aesthetics
the Gospel and morality
enculturation
Lumen Gentium 8
secularisation
synodality
Vatican II
vocation for ministry
Data: 2012
Editora: Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa
Citação: LEGRAND, Hervé - Présence et action de l’Église dans les sociétés occidentales en voie de sécularisation: analyses et suggestions cinquante ans après Vatican II. Didaskalia. Lisboa. ISSN 0253-1674. 42:2 (2012) 49-77
Resumo: O Concílio Vaticano II coincidiu com o fim do longo século XIX, que vai de 1840 a 1960. Não por causa dele, mas depois desta data, as sociedades ocidentais entraram numa nova cultura, que não é suficientemente apreendida pelo conceito, demasiado global e polissémico, de secularização. Quando a eclesiologia se apoia em Lumen Gentium 8 [«A Igreja, realidade única e complexa, formada por um duplo elemento humano e divino»], conclui daí a necessidade de uma nova inculturação, a partir de análises muito mais precisas. Responder a estes novos desafios pede que se desenvolva a articulação das responsabilidades eclesiais entre «um só», «todos» e «alguns» (sinodalidade em todos os registos). Sem negligenciar as paróquias, trata-se de instaurar canais de comunicação com aqueles que já não atingimos, de estar atentos aos seus pedidos de sagrado, de espiritualidade, mesmo que seja de modo estético, de diálogo inter-religioso. E importa sobretudo desenvolver uma palavra evangélica que não se confunde nem com a moral nem com as leis civis. O que supõe, aliás, que se tome em consideração a historicidade da antropologia cristã. Permanecerá sempre essencial fazer-se próximo das pessoas e da evolução da justiça social.
The Second Vatican Council coincided with the end of the long 19th century, which ran from 1840 to 1960. Not as a result of it, but after this date, western societies entered a new culture, which is not sufficiently comprehended by the concept of secularisation, a term that is too broad and polysemic. When ecclesiology bases itself on Lumen Gentium 8 [“The Church, a unique and complex reality that coalesces from a divine and a human element”], it concludes from it that a new enculturation is necessary, arising from more precise analyses. To respond to these new challenges involves developing an articulation of ecclesial responsibilities among ‘one alone’, ‘all’ and ‘some’ (synodality at all levels). While taking parishes into account, it is a matter of establishing channels of communication with those that we no longer reached, of being attentive to their requests for the sacred, for spirituality, even if in aesthetic terms, for interreligious dialogue. And it is important above all to develop an evangelical word that is not confused either with morality or with civil laws. Which supposes, in other words, that we take into consideration the historicity of Christian anthropology. It always continues to be essential to remain close to people and to the evolution of social justice.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/10239
ISSN: 0253-1674
Aparece nas colecções:RD - 2012 - Vol. 042 - Fasc. 2

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