Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/10233
Título: A liberdade entre a ferida que a afecta e o afecto que a move
Autor: Correia, José Frazão
Palavras-chave: afecto
alteridade
liberdade
origem
promessa
Salmann
affect
alterity
freedom
origin
promise
Salmann
Data: 2012
Editora: Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa
Citação: CORREIA, José Frazão - A liberdade entre a ferida que a afecta e o afecto que a move. Didaskalia. Lisboa. ISSN 0253-1674. 42:1 (2012) 135-149
Resumo: Desenhando a existência humana entre quatro parábolas, o exercício da liberdade é descrito como disposição efectiva diante do mistério da alteridade originária que precede e envolve todo o ser humano. Como força que responde à provocação dessa instância, a liberdade gere, dramaticamente, a interpretação afectiva do enigma das origens (dom comovente ou imposição intolerável?) e a expectativa efectiva de um dever-ser para que a vida seja bem. Reconhecer-se-reconhecido-como-filho é apresentado, em conclusão, como outro modo de nomear a realização da liberdade que se dispõe à bondade da Origem da vida (e do seu Destino), precisamente porque é reconhecida como digna de confiança. De facto, o que de mais elementar se decide no exercício da liberdade é a graça de confiar que se é amado (e a desgraça, o medo de o não ser). Exemplo extraordinário de como se é Filho é a história, entre nós, da liberdade de Jesus de Nazaré.
Sketching human existence from among four parables, the exercise of freedom is described as an effective disposition before the mystery of original alterity which precedes and involves human beings in their entirety. As the force that responds to the provocation of this instance, freedom dramatically generates an affective interpretation of the enigma of the origins (a moving gift or an intolerable imposition?) and the effective expectation of an ought-to-be so that life might be good. The recognition-of-being-recognised-as-son is presented, to conclude, as another manner of naming the realisation of freedom that is disposed to the bounty of the Origin of life (and of its Destiny), precisely because it is recognised as trustworthy. Indeed, the most elementary matter to be decided in the exercise of freedom is the grace of trusting in being loved (and the disgrace, the fear of not being loved). An extraordinary example of how one is a Son is the story, among us, of the liberty of Jesus of Nazareth.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/10233
ISSN: 0253-1674
Aparece nas colecções:RD - 2012 - Vol. 042 - Fasc. 1

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