Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.14/10216
Título: Assistência em fim de vida em Portugal, no século XIX
Autor: Vinhas, Maria Elisabete Gaspar Valente
Orientador: Vieira, Margarida
Palavras-chave: Enfermagem
Cuidados Paliativos
assistência
fim de vida
doente moribundo
Nursing
Palliative care
dying person
end of life
assistance
Data de Defesa: Abr-2012
Resumo: Os enfermeiros desempenham um papel de extrema importância na prestação de cuidados à pessoa em fim de vida. Contudo, estes cuidados nem sempre foram prestados por pessoal dotado de conhecimento científico. Até aos finais do século XIX, os enfermeiros não possuíam qualquer preparação. O período estudado foi o século XIX que correspondeu a um período de grande mudança e instabilidade no nosso país, devido às invasões francesas e consequente guerra entre os liberais e os absolutistas. Este trabalho está inserido no mestrado de Cuidados Paliativos e resulta na dissertação do mesmo. A metodologia utilizada foi essencialmente a revisão da literatura existente, de estudos históricos. Nesta época, as principais causas de morte eram as doenças gerais, que incluíam as doenças infecto-contagiosas, a tuberculose e as doenças do aparelho respiratório. A maioria dos hospitais e ordens religiosas recusavam-se a admitir doentes com moléstias crónicas e contagiosas que fossem incuráveis. A morte era então vivida em casa no seio da família. Em contrapartida, nos nossos dias a morte ocorre principalmente nos hospitais, de uma forma mais solitária. Assiste-se a uma morte medicalizada, visto ainda existirem profissionais que ainda olham para a morte dos seus pacientes como uma falha nos seus actos. Sendo a morte algo inerente à condição humana e transversal a todas as épocas, a assistência prestada às pessoas em fim de vida ainda tem que ser bastante desenvolvida. A morte tem que ser encarada como algo natural, pois só assim é que se pode conseguir melhorar a assistência em fim de vida quer nos hospitais por parte dos profissionais de saúde, quer no seio familiar pelos amigos e familiares.
Nurses play an extremely important role in the provision of care for the end of life. However, these were not always care provided by staff with scientific knowledge. Until the late nineteenth century, the nurses had no preparation. The period studied was the nineteenth century which corresponded to a period of great change and instability in our country due to the French invasion and subsequent war between liberals and absolutists. This work is inserted in the master of Palliative Care and the same results in the dissertation. The methodology used was essentially a review of existing literature, historical studies. At the time, the leading causes of death were general diseases, which included the infectious diseases, tuberculosis and respiratory diseases. Most religious orders and hospitals refused to admit patients with chronic and contagious diseases that were incurable. Death was then living at home within the family. In contrast, today the death occurs primarily in hospitals, in a more solitary. We are witnessing a medicalized death, since there are still professionals who still look at the death of their patients as a failure in their acts. Since the death inherent in the human condition and across all ages, assistance to people in the end of life has yet to be well developed. The death must be regarded as something natural, becose only then be able to improve enf of life care in hospitals by the health professionals and by the family and friends
URI: http://hdl.handle.net/10400.14/10216
Aparece nas colecções:R - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations
ICS(P) - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations

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